Autor: Beep Digital

  • Como a autonomia do cliente revoluciona o engajamento em marketing

    Como a autonomia do cliente revoluciona o engajamento em marketing

    Quando o engajamento oferece verdadeira autonomia ao cliente

    No cenário atual do marketing digital, observa-se uma mudança significativa no comportamento dos consumidores. Cada vez mais, eles escolhem se distanciar das notificações incessantes das marcas, mas continuam a utilizar seus produtos. Essa atitude evidencia uma transformação no relacionamento: do marketing invasivo para o marketing que respeita e libera o cliente, oferecendo experiências que se ajustam ao seu dia a dia.

    Durante longo tempo, o entendimento popular era de que engajamento significava aumentar a presença da marca por meio de múltiplas campanhas e interações constantes. Contudo, o consumidor moderno valoriza o respeito ao seu tempo e preferências, esperando que as marcas entreguem conteúdos relevantes, personalizados e não intrusivos.

    Personalização e relevância: pilares fundamentais para o novo marketing

    Essa mudança pode ser claramente observada pela experiência da Livelo, que reavaliou seu programa de recompensas para ir além da simples recompensa por transação e focar em jornadas interativas personalizadas. Segundo estudo da McKinsey, 71% dos consumidores buscam personalização e 76% se sentem frustrados quando ela não ocorre.

    Além disso, dados mostram que empresas com estratégias de personalização completas tendem a crescer até 40% mais que aquelas que mantêm uma comunicação genérica. Isso ressalta que o verdadeiro engajamento é fruto da compreensão do contexto individual do cliente e da oferta de interações pertinentes.

    Na prática, o diferencial está em oferecer ao cliente o benefício correto no momento oportuno. Por exemplo, enviar uma oferta relevante e personalizada na sexta-feira à tarde, quando o consumidor está planejando uma compra, ao invés de um e-mail genérico na segunda pela manhã, maximiza a eficácia da comunicação e transforma o marketing em um serviço útil.

    Resultados concretos e a evolução no relacionamento com o cliente

    As estratégias personalizadas da Livelo refletem-se em números: mais de 68% dos clientes navegaram conectados nos canais digitais da empresa, e mais de 70% apresentaram engajamento efetivo entre janeiro e outubro de 2025. Isso foi alcançado por meio de campanhas de conscientização e comunicação integrada ao ciclo de vida do cliente.

    Investimentos em gamificação e segmentação avançada, com mais de 380 segmentações personalizadas, alavancam esse desempenho, conectando tecnologia e inteligência para garantir relevância sem se tornar intrusivo.

    O impacto é visível na taxa de conversão, que vem crescendo em função da otimização contínua das jornadas do cliente com base em testes e aprendizados. Além disso, os métodos que integram benefícios ao cotidiano através de parcerias e facilidades de uso ampliam o valor percebido e fortalecem o engajamento.

    Conforme apontam estudos da PwC e Zendesk, o sucesso do engajamento depende da consistência e da qualidade da experiência. Enquanto 32% dos consumidores abandonam uma marca após uma única experiência ruim, 73% reconhecem que o engajamento é um ativo delicado e que deve ser cultivado com cuidado para evitar atritos.

    Assim, o futuro do marketing e da fidelização caminha rumo a uma personalização responsável, onde autonomia e facilidade de uso são centrais para garantir a permanência e satisfação do cliente.

    O mercado que adota essa visão não apenas melhora o relacionamento, mas constrói vínculos sólidos e duradouros com seus consumidores, fortalecendo a relevância e competitividade das marcas.

    Fontes e Referências

    • McKinsey & Company: Pesquisa sobre personalização do consumidor
    • PwC: Impacto das experiências positivas no comportamento do consumidor
    • Zendesk: Relatório sobre engajamento e fidelidade do cliente
    • Relatos da Livelo sobre estratégias de engajamento e personalização
  • Como o CRM com IA impulsiona a rentabilização no mercado

    Como o CRM com IA impulsiona a rentabilização no mercado

    O CRM vai muito além de um simples sistema ou agenda para disparos. Trata-se de uma disciplina estratégica que transforma a base de clientes em um resultado financeiro robusto e sustentável. A chave está em identificar o valor de cada cliente, oferecer a próxima melhor ação no momento ideal e medir os resultados que realmente contribuem para o crescimento.

    Quando esse processo se torna parte da rotina das empresas, a receita cresce de forma eficiente enquanto a experiência do cliente é aprimorada. O CRM é sustentado por três pilares fundamentais que trabalham de forma integrada para garantir essa transformação.

    As Três Colunas que Estruturam o CRM Eficaz

    O primeiro pilar é a plataforma, que atua como a interface para vendas e atendimento. Ela oferece uma visão completa do cliente, registra o histórico de interações, tarefas e playbooks que orientam as ações dos colaboradores. Essa visão 360 graus reduz atritos e sinaliza o próximo melhor passo para cada situação.

    Em seguida, a inteligência de dados (analytics) entra para fornecer modelos preditivos como propensão de compra, churn e o próximo melhor passo (NBO). Além disso, calcula o lift, que é o ganho incremental comparado a um grupo controle, e avalia o retorno financeiro real das jornadas.

    O último componente, a orquestração, transforma essas análises em jornadas operacionais. Define audiências específicas, prioridades, frequência de contato e seleção de canais, promovendo testes A/B e mantendo toda a rastreabilidade das ações executadas.

    A Influência da Inteligência Artificial na Disciplina do CRM

    A introdução da Inteligência Artificial (IA) consolida ainda mais o valor do CRM ao se integrar ao processo e aprender continuamente com a operação. Isso se manifesta em quatro frentes principais.

    • Decisão e previsão: modelos que calculam a probabilidade de resposta e o ganho incremental para definir quem abordar, o momento ideal e por qual canal.
    • Copilotos operacionais: assistentes que oferecem resumos contextuais, sugerem a próxima ação e apoiam SAC e vendas com aprendizagem contínua baseada nos resultados.
    • Conteúdo em escala controlada: geração de variações para testes estruturados que mantêm a consistência e a identidade da marca.
    • Personalização dinâmica: ajustes em tempo real de canais, frequência e ofertas segundo o comportamento do cliente, com monitoramento de anomalias e ciclos de aprendizado.

    Pesquisas publicadas em fontes renomadas como Harvard Business Review e MIT Sloan confirmam a eficácia desse modelo sociotécnico, evidenciando o potencial transformador da aplicação integrada da IA em CRM.

    Foco nos Indicadores que Realmente Importam

    Métricas como abertura e cliques são úteis como indicadores intermediários, mas o verdadeiro foco deve ser o ROI incremental de cada jornada. Esse cálculo considera a receita adicional gerada menos os custos de contato, sempre comparando grupos de tratamento e controle para garantir precisão.

    Adicionalmente, é fundamental monitorar o custo por conversão, tempo de ciclo, Net Promoter Score (NPS) e retenção. Isso evita a otimização localizada que prejudique o desempenho global do negócio.

    Transformando Experimentação em Resultados Concretos

    Para converter iniciativas em impacto financeiro relevante, é recomendada a escolha de uma jornada crítica e a formulação de hipóteses simples e mensuráveis. A implementação deve incluir experimentos com controle rigoroso dos contatos por indivíduo, grupos de controle e monitoramento de indicadores-chave como conversão e opt-out.

    Processos semanais de avaliação permitem ajustar parâmetros como público-alvo, tempo, criativo e oferta. Quando ganhos consistentes são confirmados em segmentos diversos, a ampliação da iniciativa garante resultados escaláveis.

    Governança para Agilidade e Coerência

    Para acelerar sem perder a consistência, é preciso estabelecer:

    • Métrica norteadora única: ROI incremental por jornada, acompanhado por churn, NPS e valor de vida do cliente (LTV) por coorte.
    • Catálogo estruturado de jornadas: com objetivos definidos, regras claras, limites de contato e KPIs estabelecidos.
    • Calendário unificado de contatos: para evitar sobreposição de canais e preservar a experiência do cliente.
    • Padrões rigorosos de mensuração: utilizando sempre tratamento e controle e análise do P&L por jornada.
    • Ritmo de gestão disciplinado: com reuniões semanais para otimização e revisões mensais para alinhar aprendizado e investimento.

    Integrando Plataformas, Dados e Orquestração em um Ciclo Contínuo

    Nesse modelo, a plataforma entrega as ações certas aos operadores. A inteligência de dados comprova valor e orienta decisões futuras, enquanto a orquestração transforma insights em movimentos coordenados. Quando esse ciclo é reforçado pela Inteligência Artificial que alimenta o aprendizado, o CRM deixa de ser um custo para se tornar um poderoso motor de rentabilização sustentável.

    Fontes e Referências

  • Quebra de Patentes das Canetas Emagrecedoras: Impactos no Varejo Farmacêutico 2026

    Quebra de Patentes das Canetas Emagrecedoras: Impactos no Varejo Farmacêutico 2026

    O Despertar das Canetas Emagrecedoras no Varejo Farmacêutico

    Nos últimos anos, as canetas emagrecedoras, medicamentos à base dos agonistas do receptor GLP-1, vêm ganhando espaço significativo no segmento de saúde e bem-estar, especialmente no e-commerce farmacêutico. Utilizados no tratamento de diabetes e obesidade, esses produtos chamam a atenção não apenas pelo potencial terapêutico, mas também pelo mercado promissor que vêm gerando.

    Com a aproximação de um importante marco em 2026 — a quebra das patentes que garantem exclusividade a medicamentos como Ozempic e Mounjaro — o varejo farmacêutico brasileiro se prepara para uma nova etapa, com expectativas de maior acessibilidade e vendas ampliadas. No entanto, essa transformação traz consigo desafios regulatórios e estratégicos que merecem destaque.

    Transformações e Desafios com a Expiração das Patentes

    A principal transformação prevista para o próximo ano no mercado farmacêutico está relacionada ao fim da proteção patentária da semaglutida, ingrediente ativo de medicamentos populares para emagrecimento. Segundo relatórios do IQVIA Institute, essa expiração permite a entrada gradual de versões genéricas e biossimilares, embora patentes secundárias ainda possam limitar a concorrência por alguns anos.

    No cenário brasileiro, executivos do setor já sinalizam movimentações para antecipar lançamentos concorrentes e estratégias de produção local, visando capturar uma fatia expressiva desse mercado bilionário. A ampliação da oferta pode favorecer uma queda nos preços, ainda que gradual, ampliando o acesso a uma parcela maior da população.

    Contexto e Perspectivas no Mercado Nacional

    Dados compartilhados por associações do varejo farmacêutico indicam que, embora as canetas emagrecedoras ainda representem uma fatia pequena em algumas redes, elas têm impulsionado recentemente o crescimento do setor. As vendas desse segmento refletem uma combinação de crescimento robusto e inovações no portfólio de medicamentos.

    A expectativa é que, com o aumento da oferta e maior competitividade, o mercado tenha um desempenho mais vigoroso, em especial nas redes associativistas e e-commerce de farmácias. Contudo, a aproximação do chamado “patent cliff” exige atenção para considerações regulatórias sobre prescrição e comercialização nos canais digitais.

    Impactos Econômicos e Estratégias das Indústrias

    O potencial econômico da chegada dos genéricos e biossimilares para canetas emagrecedoras no Brasil é considerável, estimado em até R$ 20 bilhões para o varejo farmacêutico. Atualmente, o preço elevado desses medicamentos limita o acesso de uma parcela restrita da população, abrindo espaço para maior inclusão com a redução dos custos.

    Globalmente, fabricantes de países como Índia e China se preparam para lançar versões concorrentes postas as patentes locais expirarem, o que deve intensificar a competitividade internacional. Internamente, as principais empresas do setor já direcionam investimentos para o desenvolvimento de novas moléculas que mantenham a relevância mesmo diante da perda gradual da exclusividade.

    Considerações Finais

    A quebra das patentes das canetas emagrecedoras marca um ponto de inflexão para o varejo farmacêutico brasileiro. Além de ampliar o acesso a tratamentos, a novidade traz desafios regulatórios e competitivos que demandam adaptações estratégicas do setor. O equilíbrio entre oferta, preço e controle regulatório será fundamental para garantir o sucesso desse novo ciclo.

    Com o mercado em transformação, a previsão é que o setor farmacêutico digital continue a se destacar, atendendo à crescente demanda por métodos eficazes e acessíveis para o tratamento de obesidade e outras condições correlatas.

    Fontes e Referências

  • Como o Engajamento que Liberta Aumenta a Autonomia do Cliente em 2025

    Como o Engajamento que Liberta Aumenta a Autonomia do Cliente em 2025

    O Valor do Engajamento que Respeita o Consumidor

    Em um cenário cada vez mais conectado, notamos uma mudança importante no comportamento dos clientes. Eles estão cancelando notificações incessantes, mas continuam utilizando os produtos e serviços, sinalizando que o verdadeiro engajamento vai além da simples insistência. Hoje, é fundamental que as marcas construam uma comunicação que respeite o tempo e a rotina do consumidor, promovendo experiências que encaixem naturalmente em seu dia a dia.

    Essa nova dinâmica desafia o marketing tradicional, que por anos assumiu que aumentar a frequência de contato era sinônimo de maior engajamento. Pelo contrário, o público atual espera personalização e relevância, valorizando a autonomia e a liberdade para controlar suas interações com as marcas.

    Transformando Estratégias com Personalização Inteligente

    Um exemplo claro dessa transformação pode ser observado no mercado brasileiro, com o programa de recompensas da Livelo. A empresa percebeu que não bastava apenas recompensar transações, mas sim desenvolver jornadas personalizadas que criassem um vínculo real com o cliente. Investimentos em conteúdo relevante e segmentações precisas aumentaram significativamente o acesso dos usuários aos canais digitais da marca, promovendo uma navegação engajada e contínua.

    De acordo com estudos recentes da McKinsey, 71% dos consumidores esperam que as interações sejam personalizadas, enquanto 76% ficam frustrados quando essa expectativa não é atendida. Além disso, organizações que dominam a personalização completa experimentam crescimento de até 40%, evidenciando que o diferencial está na capacidade de entender e agir conforme o contexto individual.

    O Futuro da Fidelização e do Marketing de Relevância

    Enquanto as alternativas de mercado crescem e a competição fica mais acirrada, a consistência na experiência do cliente é decisiva. Plataformas digitais que oferecem usabilidade intuitiva e clareza nos benefícios conquistam maior retenção. A Livelo, por sua vez, adotou mais de 380 segmentações para fornecer comunicação estratégica e recomendações baseadas em modelos estatísticos avançados.

    Essa abordagem inteligente não utiliza a tecnologia pelo simples uso, mas com propósito claro: entregar valor e conveniência ao consumidor. Parcerias com varejistas, facilidades no uso de pontos e integração com meios de pagamento instantâneos são exemplos de soluções que consolidam essa estratégia.

    Marcas que insistem em estimular seus públicos via comunicação invasiva tendem a perder relevância. Já aquelas que priorizam simplicidade, personalização responsável e autonomia conquistam relacionamentos duradouros e valorizados. O engajamento verdadeiro se sustenta na oferta de uma experiência com valor real e no controle do cliente sobre suas escolhas.

    Assim, o mercado brasileiro caminha para um momento em que a fidelização deixará de ser motivada pela saturação de estímulos e passará a ser resultado da combinação entre personalização e experiência fluida. Esse é o caminho para as empresas que desejam construir vínculos autenticamente eficazes.

    Fontes e Referências

  • Apple na Corrida por Wearables com Inteligência Artificial: Guia Atualizado 2026

    Apple na Corrida por Wearables com Inteligência Artificial: Guia Atualizado 2026

    Apple reinventa o mercado de hardwares inteligentes

    A tecnologia vestível com inteligência artificial (IA) está ganhando um novo capítulo com o avanço da Apple, que pode estar pronta para apresentar um dispositivo inovador. Segundo informações confiáveis de veículos especializados, a empresa está desenvolvendo um “wearable” em formato de pin que promete integrar recursos avançados de IA a um design compacto e funcional.

    Embora ainda não confirmado oficialmente, esse projeto evidencia o interesse crescente da Apple em ampliar sua participação no segmento de dispositivos inteligentes dedicados à IA, alinhando-se às tendências globais e colocando o Brasil como um dos mercados atentos nesse movimento.

    Detalhes técnicos do novo pin com IA

    O dispositivo, ao que tudo indica, terá dimensões aproximadas ao AirTag, com uma estrutura fina e feita em alumínio e vidro. Equipado com duas câmeras — sendo uma com lente padrão e outra grande-angular —, ele também contaria com três microfones, botão físico, alto-falante e um mecanismo de carregamento similar aos produtos da Fitbit.

    Engenheiros da Apple trabalham para aperfeiçoar o design, com o objetivo de tornar o produto discreto porém eficiente, ampliando possibilidades de uso em ambientes corporativos e pessoais.

    Competição acirrada no mercado de IA

    Essa movimentação da Apple surge pouco depois do anúncio da OpenAI sobre seu primeiro dispositivo de hardware com inteligência artificial, esperado para o segundo semestre deste ano. Estima-se que o produto da OpenAI terá formato de fones de ouvido, fortalecendo o segmento dos wearables de IA.

    A previsão é que o lançamento do pin da Apple esteja marcado para 2027, com produção inicial prevista em cerca de 20 milhões de unidades, sinalizando uma estratégia agressiva de captura de mercado.

    Desafios e lições do mercado de vestíveis com IA

    Apesar da inovação, o mercado de dispositivos vestíveis com inteligência artificial ainda enfrenta barreiras, principalmente relacionadas à aceitação dos consumidores. Experiências anteriores mostram que produtos similares, como o lançado pela Humane AI — uma startup fundada por ex-executivos da Apple —, tiveram desempenho aquém do esperado, culminando no encerramento das atividades e venda dos ativos.

    Esses casos ressaltam a necessidade de produtos bem alinhados às expectativas do público e com usabilidade aprimorada para garantir sucesso na comercialização.

    Com o Brasil destacado como um dos líderes na adoção de IA generativa, este cenário é promissor para que consumidores e empresas nacionais acompanhem de perto os próximos passos dessa corrida tecnológica.

    Perspectivas e impactos para o mercado brasileiro

    O avanço da Apple nesse segmento pode impulsionar a inovação tecnológica no país, estimulando investimentos e fomentando a competitividade no mercado local. Além disso, amplia as oportunidades para varejistas e marcas no desenvolvimento de soluções integradas, seja em experiência de consumo ou em operações internas.

    Com esse movimento, espera-se uma expansão do ecossistema de IA e wearables, recheado de novas possibilidades comerciais e estratégicas para o cenário brasileiro.

    Fontes e Referências

    • E-Commerce Brasil – https://www.ecommercebrasil.com.br
    • The Information (Relatório sobre dispositivo Apple)
    • Fórum Econômico de Davos (Declaração OpenAI)
    • Pesquisa global sobre adoção de IA – E-Commerce Brasil
  • Shopify anuncia taxa extra para vendas via ChatGPT em 2026

    Shopify anuncia taxa extra para vendas via ChatGPT em 2026

    Shopify e a cobrança de taxa adicional para vendas com IA

    A Shopify passará a permitir que lojistas realizem vendas através de chatbots com inteligência artificial, como o ChatGPT, a partir de janeiro de 2026. Essa inovação promete facilitar a experiência de compra dos consumidores, integrando produtos diretamente às conversas com IA. No entanto, lojistas que optarem por utilizar o sistema de finalização de compra via ChatGPT pagarão uma taxa adicional de 4% sobre cada venda, somada às taxas já existentes na plataforma.

    Essa medida foi divulgada em relatório publicado pelo The Information e representa uma atualização importante na estratégia da Shopify para integrar inteligência artificial e comércio eletrônico diretamente nas experiências de compra.

    Como funciona essa nova cobrança e as opções para lojistas

    A cobrança de taxa extra será aplicada apenas às transações feitas pelo checkout integrado ao ChatGPT da OpenAI. Outros chatbots concorrentes, como AI Mode, Google Gemini e Microsoft Copilot, por enquanto, não terão essa tarifa adicional. A Shopify iniciará a disponibilização dessa funcionalidade a partir do dia 26 de janeiro de 2026, como parte de um programa lançado no final de 2025 para compartilhar dados e ampliar a presença dos produtos dos lojistas em plataformas de IA.

    Os lojistas poderão escolher em quais canais e plataformas desejam disponibilizar seus produtos, ativando ou desativando individualmente cada integração. Isso significa que, mesmo se não autorizarem vendas diretas via ChatGPT, os produtos ainda podem aparecer nas respostas geradas por sistemas de IA, acompanhados de links para as lojas dos comerciantes.

    Implicações para lojistas e o mercado de e-commerce no Brasil

    Essa estratégia da Shopify reflete a crescente importância das tecnologias de inteligência artificial no comércio digital brasileiro e global. A cobrança diferenciada pode impactar a escolha dos lojistas quanto às plataformas que usarão para atingir consumidores via IA, principalmente considerando o custo extra da taxa de 4% nas vendas via ChatGPT.

    Para adaptar-se a essa nova realidade, lojistas e empreendedores brasileiros devem avaliar cuidadosamente o custo-benefício dessas integrações, considerando a crescente influência das experiências conversacionais no processo de compra online. Além disso, a possibilidade de bloquear produtos nas respostas dos sistemas de IA ou restringir a indexação nos mecanismos de busca pode ser uma opção para quem deseja controlar ainda mais sua exposição digital.

    Esse movimento acompanha iniciativas semelhantes da OpenAI que lançaram recursos como o Instant Checkout, que permite finalizar compras diretamente no chat, sem redirecionamento para sites externos, aprimorando a fluidez das vendas pela internet.

    Segundo relatórios da própria Shopify, o uso da inteligência artificial vem ampliando consideravelmente o tráfego e as vendas em lojas que já adotaram essas tecnologias, evidenciando uma tendência que deve crescer no mercado brasileiro nos próximos anos.

    Fontes e Referências

  • Investimento de R$ 1 Bilhão em Inteligência Artificial no Setor Farmacêutico

    Investimento de R$ 1 Bilhão em Inteligência Artificial no Setor Farmacêutico

    O impulso da inteligência artificial no setor farmacêutico brasileiro

    O mercado nacional de farmácias e drogarias está diante de uma transformação tecnológica significativa, impulsionada pela adoção crescente de inteligência artificial (IA). Projeções recentes indicam que o setor destinará cerca de R$ 1 bilhão em investimentos relacionados a IA nos próximos dez anos, destacando a relevância dessa tecnologia como elemento central para modernizar operações e aprimorar serviços.

    Este movimento acompanha a necessidade de otimizar processos diante da expansão acelerada do segmento, fortalecendo o papel das farmácias como centros de saúde além da simples comercialização de medicamentos.

    Tendências na operação e o surgimento dos hubs de saúde

    A grande frequência de atendimentos em farmácias reforça seu protagonismo no varejo nacional, incentivando a evolução para hubs de saúde. Neste novo modelo, os estabelecimentos oferecem serviços complementares, como orientações farmacêuticas e exames rápidos, utilizando IA para simplificar a experiência do consumidor.

    Além de minimizar obstáculos na jornada de compra, a tecnologia permite que o controle de sortimento seja mais eficiente, diferenciando o canal farmacêutico dos concorrentes, especialmente em categorias específicas de higiene e beleza.

    O histórico dos pacientes passa a ser monitorado digitalmente, favorecendo uma atenção primária mais integrada e eficaz, reforçando o potencial transformador da digitalização documental e operacional.

    Desafios regulatórios e a necessidade de integração ao sistema de saúde

    O avanço para o modelo de hubs de saúde envolve superar desafios legais e regulamentares para uma maior conexão com redes públicas e privadas. O setor destaca que a extensa capilaridade das farmácias representa um recurso subaproveitado no sistema nacional de saúde.

    Embora grandes redes farmacêuticas estejam adotando tecnologias sofisticadas com maior rapidez, pequenas empresas enfrentam dificuldades para acompanhar o ritmo devido a custos elevados de infraestrutura e treinamento técnico.

    Outro ponto delicado é a comercialização digital de medicamentos por meio de marketplaces. A ausência de controle rigoroso ameaça a segurança dos consumidores, especialmente quanto à venda de produtos sem registro sanitário, o que reforça a necessidade de regras claras para esses canais e maior fiscalização.

    Perspectivas futuras e eventos para debate do setor

    As tendências e investimentos discutidos definirão o futuro do varejo farmacêutico no Brasil. A Conferência Saúde e Farma 2026, realizada pelo E-commerce Brasil, reunirá líderes para debater inovação, regulamentação e as implicações da transformação digital prevista para o segmento.

    O evento acontecerá em São Paulo, no Hotel Unique, no dia 4 de fevereiro, e promete ser o principal espaço para moldar estratégias e fortalecer a competitividade do setor em um ambiente cada vez mais digitalizado.

    Fontes e Referências

  • Meta autoriza anúncios no Threads no Brasil: Guia para 2026

    Meta autoriza anúncios no Threads no Brasil: Guia para 2026

    Meta amplia anúncios na rede social Threads para o Brasil

    A Meta anunciou a expansão global da veiculação de anúncios em sua plataforma Threads, incluindo o Brasil, a partir da próxima semana. Anteriormente restrita a mercados selecionados desde maio de 2025, essa novidade permitirá que empresas aproveitem o crescente engajamento da rede, que já conta com mais de 400 milhões de usuários ativos todos os meses.

    Essa iniciativa representa uma nova oportunidade para anunciantes que buscam diversificar suas estratégias dentro do vasto ecossistema publicitário da Meta, integrando campanhas de forma simples e integrada com outras plataformas do grupo.

    Novos formatos publicitários e facilidades para anunciantes

    Desde a implementação inicial dos anúncios no Threads, foram incluídos recursos voltados para facilitar a gestão de contas empresariais, como a simplificação nos processos e a adoção de verificações por entidades terceiras para garantir segurança e reforçar a conformidade das marcas.

    Além disso, campanhas já rodando em outras plataformas da Meta podem ser ampliadas para o Threads sem necessidade de se criar anúncios específicos, otimizando tempo e potencializando o alcance das ações digitais.

    Contexto regulatório e desafios relacionados a fraudes

    O lançamento dessa expansão ocorre em um momento de maior atenção do Cade sobre possíveis práticas anticompetitivas da Meta no Brasil. Em janeiro de 2026, a Superintendência-Geral abriu uma investigação administrativa acerca do uso de inteligência artificial em mudanças recentes nos termos de uso do WhatsApp.

    Relatórios internos da empresa indicam que aproximadamente 10% do faturamento anual da Meta pode estar associado a anúncios irregulares, incluindo ofertas fraudulentas ou produtos proibidos. Essa cifra corresponde a cerca de 16 bilhões de dólares, evidenciando desafios significativos para o monitoramento e controle da publicidade digital.

    Além disso, há registros de exposição diária a anúncios suspeitos em outras plataformas da Meta, como Facebook, Instagram e WhatsApp, situação que reforça a importância de uma regulamentação equilibrada para garantir segurança e transparência para usuários e anunciantes.

    Perspectivas para anunciantes brasileiros no Threads

    Para o mercado brasileiro, a chegada massiva dos anúncios no Threads representa uma chance de ampliar o contato com públicos cada vez mais conectados a plataformas emergentes. Com a possibilidade de campanhas integradas e formatos variados, as marcas poderão explorar novas formas de engajamento e aproveitar o crescimento acelerado dessa rede social no cenário digital.

    Assim, acompanhar as atualizações regulatórias e as ferramentas oferecidas pela Meta será essencial para otimizar investimentos e garantir a eficácia das estratégias dentro do competitivo universo do marketing digital.

    Fontes e Referências

    Meta Threads anunciando anúncios no Brasil

  • Desafios da Inteligência Artificial no Marketing em 2026: Panorama e Perspectivas

    Desafios da Inteligência Artificial no Marketing em 2026: Panorama e Perspectivas

    Inteligência Artificial no Marketing: O Cenário para 2026

    A presença da inteligência artificial (IA) no universo do marketing ultrapassou a fase de promessa e se tornou uma peça central nas estratégias das empresas. No Brasil, esse movimento se intensifica com o avanço expressivo da tecnologia no cotidiano dos profissionais, evidenciando desafios significativos para o setor em 2026.

    De acordo com a pesquisa “Tendências de Marketing 2026”, desenvolvida pela Conversion, a IA figura como o segundo maior desafio do marketing, empatada com a integração entre as áreas de marketing e vendas. Esse dado revela não apenas o interesse, mas a complexidade de implementar essa tecnologia de forma eficaz nas organizações.

    Uso Atual da IA no Marketing e Potencial de Evolução

    Embora 82,4% dos profissionais já utilizem ferramentas de IA diariamente, o emprego dessa tecnologia ainda se limita, majoritariamente, ao uso conversacional. Aproximadamente 88,2% dos usuários interagem com IA fazendo perguntas e aplicando as respostas em suas rotinas, enquanto somente uma pequena parcela automatiza processos por fluxos definidos ou utiliza agentes autônomos para ganhos estratégicos e escalabilidade.

    Essa realidade mostra que, apesar da adoção massiva, a IA está longe de atingir seu máximo potencial como ativo corporativo, servindo mais como um suporte individual do que como um elemento integrado às estratégias organizacionais.

    Governança e Maturidade: Onde o Mercado Brasileiro Precisa Avançar

    A pesquisa destaca uma lacuna preocupante no que tange à governança da IA: quase metade das empresas carece de políticas formais e mecanismos claros para a gestão da tecnologia. Enquanto 47,1% não possuem qualquer tipo de governança, só 11,9% implementaram frameworks estruturados com diretrizes e programas de capacitação.

    Esta ausência de controle coloca as organizações diante de riscos consideráveis, sobretudo relacionados à segurança de dados e uso responsável, além de limitar o potencial da IA para alavancar ganhos competitivos profundos.

    Investimento e Capacitação: Os Freios Para o Progresso

    O investimento financeiro em soluções de IA também permanece baixo: 82,3% das empresas destinam até R$ 5 mil mensais para essas tecnologias, e 40,2% sequer realizam gastos, utilizando apenas ferramentas gratuitas. Este cenário traduz a falta de projetos estruturantes para o desenvolvimento efetivo da inteligência artificial no marketing.

    Na esfera do conhecimento, aproximadamente 41,1% oferecem treinamentos básicos e gratuitos, enquanto quase 29% não possuem iniciativas formais de capacitação. Isso impacta diretamente na confiança dos profissionais, com quase um quarto deles manifestando falta de suporte no desenvolvimento de habilidades em IA.

    Prioridades e Expectativas Para o Futuro Próximo

    • 48,5% dos especialistas planejam investir em geração de dados e inteligência artificial.
    • 39,6% pretendem focar em conteúdo e SEO otimizado com IA.
    • 34,7% veem no atendimento ao cliente automatizado via chatbots uma área de crescimento.

    O caminho para 2026, portanto, é claro: endereçar a institucionalização da IA por meio de governança eficiente, investimento adequado e capacitação intensiva. As organizações que conseguirem incorporar essas dimensões transformarão uma simples ferramenta em uma vantagem competitiva sólida e duradoura.

    Fontes e Referências

    • Pesquisa Tendências de Marketing 2026 – Conversion (conversion.com.br)
    • Estudo sobre adoção de IA no varejo – E-Commerce Brasil (ecommercebrasil.com.br)
    • Relatório sobre maturidade e investimento em IA – Conversion e E-Commerce Brasil
  • Como a Reforma Tributária Impacta as PMEs Brasileiras: Guia Atualizado 2026

    Como a Reforma Tributária Impacta as PMEs Brasileiras: Guia Atualizado 2026

    Reforma Tributária e o Novo Cenário para PMEs no Brasil

    As micro e pequenas empresas nacionais, incluindo os Microempreendedores Individuais (MEIs), desempenham papel essencial na economia brasileira, gerando mais de R$ 700 bilhões anualmente, conforme dados de 2024 do Sebrae. Com a recente aprovação do PLP 108/2024, que implementa a substituição gradual dos tributos tradicionais pelos modelos IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), essas organizações enfrentam mudanças profundas em sua rotina fiscal, contábil e operacional.

    Mais do que apenas uma alteração tributária, essa transição exige adaptações rápidas e estratégicas para garantir a conformidade e sustentabilidade financeira das PMEs. A transformação implica repensar processos internos, atualizar sistemas de gestão e estar preparado para novas obrigações legais e fiscais.

    Principais Ajustes Necessários para a Adaptação das PMEs

    O modelo IBS e CBS visa simplificar o sistema tributário sobre o consumo, mas traz implicações práticas significativas para pequenos negócios. Entre as recomendações para enfrentar esses desafios, destaca-se a reorganização do controle fiscal e contábil, fundamental para assegurar maior precisão na integração e cruzamento das informações.

    Para empresas que ainda utilizam processos manuais, a necessidade de atualizar plataformas digitais se mostra crucial. Sistemas integrados que conectam vendas, estoque, financeiro e emissão fiscal são ferramentas indispensáveis para reduzir erros operacionais e garantir a aderência às novas alíquotas e obrigações acessórias impostas pela reforma.

    Revisão dos Processos e Sistemas Internos

    Um ponto destacado por especialistas da área é a importância de revisar e modernizar o controle interno. Automatizar a emissão de notas fiscais, atualizar cadastros de produtos e serviços, e centralizar relatórios contábeis são medidas que podem amenizar a complexidade da transição.

    Planejamento Financeiro Estratégico

    Além das mudanças operacionais, o novo cenário tributário influencia diretamente a saúde financeira das empresas. Margens de lucro e custos podem sofrer variações relevantes. Assim, realizar simulações de cenários futuros, antecipar reajustes nos preços e revisar contratos tornam-se práticas essenciais para preservar a rentabilidade.

    Capacitação e Oportunidades de Modernização

    Capacitar as equipes responsáveis pelas áreas fiscal, contábil, financeira e tecnológica ganha destaque como um fator decisivo. A atualização de conhecimentos e o alinhamento dos processos internos são fundamentais para garantir a precisão e o cumprimento das exigências legais.

    Mais do que um desafio, especialistas veem a reforma tributária como um momento oportuno para que as PMEs acelerem seus processos de digitalização e integração. Com maior controle e menor risco operacional, esses negócios podem consolidar bases sólidas para crescimento sustentável nos próximos anos.

    De acordo com profissionais do setor, a modernização acelerada auxilia não apenas na conformidade, mas também no fortalecimento competitivo das pequenas empresas no mercado brasileiro.

    Referências e Fontes

    • Levantamento Sebrae 2024 sobre PMEs no Brasil
    • PLP 108/2024 – Reforma Tributária no Senado Federal
    • Especialistas em gestão fiscal e empresarial, como Reginaldo Stocco, CEO da vhsys
    • Portal E-Commerce Brasil (https://www.ecommercebrasil.com.br)