Categoria: Tendências do E-commerce

  • Engajamento Além da Venda: Estratégias para Crescimento Sustentável em 2025

    Engajamento Além da Venda: Estratégias para Crescimento Sustentável em 2025

    Engajamento: O Verdadeiro Motor do Crescimento Sustentável

    Na realidade dinâmica dos negócios digitais, focar apenas nas vendas é uma visão limitada e que não garante perenidade. O verdadeiro diferencial está no engajamento do cliente, que vai muito além de uma simples transação comercial. Entender esse conceito é fundamental para marcas que buscam crescimento sólido e duradouro.

    Engajamento do cliente representa a profundidade e qualidade da relação estabelecida entre a marca e seu público, contemplando todos os canais e pontos de contato. Mais que números ou métricas, trata-se da construção de um vínculo que combina aspectos emocionais e comportamentais, gerando clientes fiéis e promotores da marca.

    Como Fortalecer o Vínculo com o Consumidor

    Investir em ouvir atentamente o consumidor permite personalizar a experiência de forma consistente em todos os pontos de interação, desde o site e app até lojas físicas e redes sociais. Esta coerência elimina rupturas na jornada e potencializa a satisfação.

    A personalização vai além de dados demográficos básicos; a comunicação cada vez mais individualizada transforma produtos comuns em soluções exclusivas para cada cliente. Programas de fidelidade que utilizam mecânicas de gamificação reforçam esse relacionamento, incentivando participação contínua e emocional.

    Exemplos práticos comprovam esse impacto. Durante a pandemia, a Wine desenvolveu um jogo interativo no aplicativo que, embora não tivesse foco inicial em vendas, aumentou a interação diária dos usuários e gerou fidelização crescente.

    Além disso, experiências inovadoras como realidade aumentada, usadas por varejistas como C&A e IKEA, trouxeram interações imersivas que elevaram o engajamento em até 40%, mostrando que tecnologia e criatividade andam lado a lado para conquistar o consumidor moderno.

    O Papel Estratégico da Inteligência Artificial

    Utilizar inteligência artificial permite escalar a personalização, entregando recomendações precisas, mensagens customizadas e suporte em tempo real. A IA destaca-se também na análise do feedback do cliente, gerando insights valiosos para decisões mais assertivas.

    • Atendimento conversacional que funciona 24/7;
    • Otimização das jornadas do consumidor com base em dados;
    • Processamento avançado de opiniões para aprimorar produtos e serviços.

    Apesar dos avanços tecnológicos, o equilíbrio entre automação e empatia é o que diferencia marcas no cenário competitivo atual. Ouvir o cliente, compreendê-lo e oferecer valor de forma genuína permanece como a essência do engajamento eficaz.

    O Futuro do Engajamento no Mercado Brasileiro

    Segundo estudo da Deloitte, varejistas planejam investir quase 60% do orçamento de marketing em estratégias personalizadas, reforçando a importância dessa abordagem. Além disso, pesquisa aponta que 80% dos brasileiros preferem marcas que oferecem experiências customizadas, gastando até 50% mais com elas.

    Em complemento, dados da McKinsey indicam que empresas que focam em personalização ampliam a receita em 40% em relação aos concorrentes. Para o mercado nacional, a adaptação dessas estratégias é essencial diante do crescimento do e-commerce e da transformação digital acelerada.

    No ambiente digital, onde consumidores estão cada vez mais exigentes, investir em engajamento estratégico alia tecnologia, inovação e conhecimento do público para assegurar vantagens competitivas duradouras.

    Fontes e Referências

  • Hiperpersonalização no Varejo: Estratégia para Conquistar o Consumidor 2025

    Hiperpersonalização no Varejo: Estratégia para Conquistar o Consumidor 2025

    Hiperpersonalização: A Nova Fronteira para Relevância no Varejo

    No atual cenário do varejo brasileiro, destacar-se entre inúmeras ofertas se tornou insuficiente; a verdadeira diferença está em ser relevante para o consumidor. Com a multiplicidade de canais e opções, os clientes estão cada vez mais críticos e menos fiéis, exigindo abordagens que falem diretamente ao seu contexto.

    A hiperpersonalização surge como um recurso indispensável para as marcas que desejam manter um relacionamento duradouro e significativo com seu público. De acordo com estudo global da Boston Consulting Group (BCG), 80% dos consumidores aguardam experiências customizadas, demonstrando a demanda crescente por estratégias que ultrapassam a simples segmentação tradicional.

    Relevância que Dialoga e Engaja o Consumidor

    O consumidor moderno navega por diferentes vendedores, avalia preços e experimenta novos formatos de compra. Uma comunicação irrelevante se transforma em ruído, cenário que leva ao bloqueio ou desinteresse pela marca. Por isso, a hiperpersonalização garante que cada contato ofereça valor, evitando perdas e fortalecendo vínculos.

    Impacto da Inteligência Artificial na Personalização em Escala

    A ampliação do uso de Inteligência Artificial (IA) foi decisiva para viabilizar a personalização em larga escala. A tecnologia se popularizou, com interfaces intuitivas que dispensam a necessidade de equipes técnicas especializadas, facilitando análises rápidas e precisas.

    Além disso, o avanço do poder computacional permite cruzar dados históricos, geolocalização, clima e preferências do cliente, qualificando a comunicação. Assim, as marcas não necessariamente falam mais, mas comunicam-se com maior efetividade, preservando o interesse do consumidor brasileiro.

    Compreendendo a Jornada do Cliente para Oferecer Valor

    Entender o consumidor vai além das compras realizadas: leva em conta hábitos cotidianos, relacionamentos e ciclos de consumo. Informações como a presença de animais de estimação, padrões sazonais e preferências específicas enriquecem o perfil do cliente.

    Quanto maior e mais qualificada a base de dados, maior a precisão na comunicação, que deixa de ser invasiva e passa a ser vista como útil. A hiperpersonalização reduz conteúdos desnecessários, fazendo com que o cliente se sinta compreendido, construindo confiança — um ativo vital para o varejo atual.

    Exemplos Práticos da Hiperpersonalização no Dia a Dia

    Na prática, a hiperpersonalização se concreta em recomendações personalizadas ao entrar na loja, lembretes automáticos para recompra baseados em ciclos de uso e ofertas alinhadas com o momento de vida do consumidor. Essas ações são fruto da combinação estratégica entre dados, tecnologia e entendimento contextual.

    O varejo que abraça essa precisão se posiciona à frente em um mercado saturado, pois não vence quem fala mais alto, mas quem dialoga melhor no momento certo. A relevância, portanto, deixa de ser um diferencial opcional e passa a ser uma exigência competitiva.

    Mais do que impulsionar vendas, a hiperpersonalização respeita o espaço entre a vida real do consumidor e o consumo, posicionando as marcas para uma diferenciação genuína e sustentável no mercado brasileiro.

    Fontes e Referências

    • Boston Consulting Group (BCG) – Pesquisa global sobre personalização de experiências.
    • Braze – Materiais e guias sobre marketing personalizado e retenção do cliente.
  • Como a autonomia do cliente revoluciona o engajamento em marketing

    Como a autonomia do cliente revoluciona o engajamento em marketing

    Quando o engajamento oferece verdadeira autonomia ao cliente

    No cenário atual do marketing digital, observa-se uma mudança significativa no comportamento dos consumidores. Cada vez mais, eles escolhem se distanciar das notificações incessantes das marcas, mas continuam a utilizar seus produtos. Essa atitude evidencia uma transformação no relacionamento: do marketing invasivo para o marketing que respeita e libera o cliente, oferecendo experiências que se ajustam ao seu dia a dia.

    Durante longo tempo, o entendimento popular era de que engajamento significava aumentar a presença da marca por meio de múltiplas campanhas e interações constantes. Contudo, o consumidor moderno valoriza o respeito ao seu tempo e preferências, esperando que as marcas entreguem conteúdos relevantes, personalizados e não intrusivos.

    Personalização e relevância: pilares fundamentais para o novo marketing

    Essa mudança pode ser claramente observada pela experiência da Livelo, que reavaliou seu programa de recompensas para ir além da simples recompensa por transação e focar em jornadas interativas personalizadas. Segundo estudo da McKinsey, 71% dos consumidores buscam personalização e 76% se sentem frustrados quando ela não ocorre.

    Além disso, dados mostram que empresas com estratégias de personalização completas tendem a crescer até 40% mais que aquelas que mantêm uma comunicação genérica. Isso ressalta que o verdadeiro engajamento é fruto da compreensão do contexto individual do cliente e da oferta de interações pertinentes.

    Na prática, o diferencial está em oferecer ao cliente o benefício correto no momento oportuno. Por exemplo, enviar uma oferta relevante e personalizada na sexta-feira à tarde, quando o consumidor está planejando uma compra, ao invés de um e-mail genérico na segunda pela manhã, maximiza a eficácia da comunicação e transforma o marketing em um serviço útil.

    Resultados concretos e a evolução no relacionamento com o cliente

    As estratégias personalizadas da Livelo refletem-se em números: mais de 68% dos clientes navegaram conectados nos canais digitais da empresa, e mais de 70% apresentaram engajamento efetivo entre janeiro e outubro de 2025. Isso foi alcançado por meio de campanhas de conscientização e comunicação integrada ao ciclo de vida do cliente.

    Investimentos em gamificação e segmentação avançada, com mais de 380 segmentações personalizadas, alavancam esse desempenho, conectando tecnologia e inteligência para garantir relevância sem se tornar intrusivo.

    O impacto é visível na taxa de conversão, que vem crescendo em função da otimização contínua das jornadas do cliente com base em testes e aprendizados. Além disso, os métodos que integram benefícios ao cotidiano através de parcerias e facilidades de uso ampliam o valor percebido e fortalecem o engajamento.

    Conforme apontam estudos da PwC e Zendesk, o sucesso do engajamento depende da consistência e da qualidade da experiência. Enquanto 32% dos consumidores abandonam uma marca após uma única experiência ruim, 73% reconhecem que o engajamento é um ativo delicado e que deve ser cultivado com cuidado para evitar atritos.

    Assim, o futuro do marketing e da fidelização caminha rumo a uma personalização responsável, onde autonomia e facilidade de uso são centrais para garantir a permanência e satisfação do cliente.

    O mercado que adota essa visão não apenas melhora o relacionamento, mas constrói vínculos sólidos e duradouros com seus consumidores, fortalecendo a relevância e competitividade das marcas.

    Fontes e Referências

    • McKinsey & Company: Pesquisa sobre personalização do consumidor
    • PwC: Impacto das experiências positivas no comportamento do consumidor
    • Zendesk: Relatório sobre engajamento e fidelidade do cliente
    • Relatos da Livelo sobre estratégias de engajamento e personalização
  • Como o Engajamento que Liberta Aumenta a Autonomia do Cliente em 2025

    Como o Engajamento que Liberta Aumenta a Autonomia do Cliente em 2025

    O Valor do Engajamento que Respeita o Consumidor

    Em um cenário cada vez mais conectado, notamos uma mudança importante no comportamento dos clientes. Eles estão cancelando notificações incessantes, mas continuam utilizando os produtos e serviços, sinalizando que o verdadeiro engajamento vai além da simples insistência. Hoje, é fundamental que as marcas construam uma comunicação que respeite o tempo e a rotina do consumidor, promovendo experiências que encaixem naturalmente em seu dia a dia.

    Essa nova dinâmica desafia o marketing tradicional, que por anos assumiu que aumentar a frequência de contato era sinônimo de maior engajamento. Pelo contrário, o público atual espera personalização e relevância, valorizando a autonomia e a liberdade para controlar suas interações com as marcas.

    Transformando Estratégias com Personalização Inteligente

    Um exemplo claro dessa transformação pode ser observado no mercado brasileiro, com o programa de recompensas da Livelo. A empresa percebeu que não bastava apenas recompensar transações, mas sim desenvolver jornadas personalizadas que criassem um vínculo real com o cliente. Investimentos em conteúdo relevante e segmentações precisas aumentaram significativamente o acesso dos usuários aos canais digitais da marca, promovendo uma navegação engajada e contínua.

    De acordo com estudos recentes da McKinsey, 71% dos consumidores esperam que as interações sejam personalizadas, enquanto 76% ficam frustrados quando essa expectativa não é atendida. Além disso, organizações que dominam a personalização completa experimentam crescimento de até 40%, evidenciando que o diferencial está na capacidade de entender e agir conforme o contexto individual.

    O Futuro da Fidelização e do Marketing de Relevância

    Enquanto as alternativas de mercado crescem e a competição fica mais acirrada, a consistência na experiência do cliente é decisiva. Plataformas digitais que oferecem usabilidade intuitiva e clareza nos benefícios conquistam maior retenção. A Livelo, por sua vez, adotou mais de 380 segmentações para fornecer comunicação estratégica e recomendações baseadas em modelos estatísticos avançados.

    Essa abordagem inteligente não utiliza a tecnologia pelo simples uso, mas com propósito claro: entregar valor e conveniência ao consumidor. Parcerias com varejistas, facilidades no uso de pontos e integração com meios de pagamento instantâneos são exemplos de soluções que consolidam essa estratégia.

    Marcas que insistem em estimular seus públicos via comunicação invasiva tendem a perder relevância. Já aquelas que priorizam simplicidade, personalização responsável e autonomia conquistam relacionamentos duradouros e valorizados. O engajamento verdadeiro se sustenta na oferta de uma experiência com valor real e no controle do cliente sobre suas escolhas.

    Assim, o mercado brasileiro caminha para um momento em que a fidelização deixará de ser motivada pela saturação de estímulos e passará a ser resultado da combinação entre personalização e experiência fluida. Esse é o caminho para as empresas que desejam construir vínculos autenticamente eficazes.

    Fontes e Referências

  • Shopify anuncia taxa extra para vendas via ChatGPT em 2026

    Shopify anuncia taxa extra para vendas via ChatGPT em 2026

    Shopify e a cobrança de taxa adicional para vendas com IA

    A Shopify passará a permitir que lojistas realizem vendas através de chatbots com inteligência artificial, como o ChatGPT, a partir de janeiro de 2026. Essa inovação promete facilitar a experiência de compra dos consumidores, integrando produtos diretamente às conversas com IA. No entanto, lojistas que optarem por utilizar o sistema de finalização de compra via ChatGPT pagarão uma taxa adicional de 4% sobre cada venda, somada às taxas já existentes na plataforma.

    Essa medida foi divulgada em relatório publicado pelo The Information e representa uma atualização importante na estratégia da Shopify para integrar inteligência artificial e comércio eletrônico diretamente nas experiências de compra.

    Como funciona essa nova cobrança e as opções para lojistas

    A cobrança de taxa extra será aplicada apenas às transações feitas pelo checkout integrado ao ChatGPT da OpenAI. Outros chatbots concorrentes, como AI Mode, Google Gemini e Microsoft Copilot, por enquanto, não terão essa tarifa adicional. A Shopify iniciará a disponibilização dessa funcionalidade a partir do dia 26 de janeiro de 2026, como parte de um programa lançado no final de 2025 para compartilhar dados e ampliar a presença dos produtos dos lojistas em plataformas de IA.

    Os lojistas poderão escolher em quais canais e plataformas desejam disponibilizar seus produtos, ativando ou desativando individualmente cada integração. Isso significa que, mesmo se não autorizarem vendas diretas via ChatGPT, os produtos ainda podem aparecer nas respostas geradas por sistemas de IA, acompanhados de links para as lojas dos comerciantes.

    Implicações para lojistas e o mercado de e-commerce no Brasil

    Essa estratégia da Shopify reflete a crescente importância das tecnologias de inteligência artificial no comércio digital brasileiro e global. A cobrança diferenciada pode impactar a escolha dos lojistas quanto às plataformas que usarão para atingir consumidores via IA, principalmente considerando o custo extra da taxa de 4% nas vendas via ChatGPT.

    Para adaptar-se a essa nova realidade, lojistas e empreendedores brasileiros devem avaliar cuidadosamente o custo-benefício dessas integrações, considerando a crescente influência das experiências conversacionais no processo de compra online. Além disso, a possibilidade de bloquear produtos nas respostas dos sistemas de IA ou restringir a indexação nos mecanismos de busca pode ser uma opção para quem deseja controlar ainda mais sua exposição digital.

    Esse movimento acompanha iniciativas semelhantes da OpenAI que lançaram recursos como o Instant Checkout, que permite finalizar compras diretamente no chat, sem redirecionamento para sites externos, aprimorando a fluidez das vendas pela internet.

    Segundo relatórios da própria Shopify, o uso da inteligência artificial vem ampliando consideravelmente o tráfego e as vendas em lojas que já adotaram essas tecnologias, evidenciando uma tendência que deve crescer no mercado brasileiro nos próximos anos.

    Fontes e Referências

  • Como a Veste S.A. Otimizou Vendas no WhatsApp com Inteligência Artificial

    Como a Veste S.A. Otimizou Vendas no WhatsApp com Inteligência Artificial

    Veste S.A. fortalece vendas via WhatsApp com agente de IA

    A Veste S.A., conglomerado brasileiro de moda premium, consolidou o WhatsApp como canal relevante para vendas e atendimento ao cliente. A transformação ocorreu com a implementação do Whizz, agente de inteligência artificial da OmniChat, plataforma especializada em soluções chat commerce e parceira oficial do WhatsApp Business.

    A estratégia nasceu da necessidade de escalar o atendimento digital mantendo o cuidado e a identidade das marcas Le Lis, Dudalina, John John, Bo.Bô e Individual, presentes em suas 175 lojas físicas e diversas multimarcas espalhadas pelo país.

    Desafios na coordenação do atendimento digital e padronização

    Antes do Whizz, o WhatsApp era gerenciado separadamente por cada loja, resultando em processos descentralizados, baixa visibilidade dos dados e métricas pouco eficientes. Com um tempo médio de espera acima de cinco minutos, a taxa de conversão das interações digitalizadas despencava de 15% para cerca de 2%.

    Pedro Corrêa, diretor de Tecnologia, CRM e E-commerce da empresa, destacou como principal desafio a criação de um canal rápido e escalável, preservando o alinhamento ao posicionamento exclusivo de cada marca. O agente de IA permitiu organizar e padronizar o atendimento, além de garantir a manutenção do tom de voz das marcas.

    Resultados com automação e integração omnichannel

    O Whizz oferece atendimento 24/7, com suporte para milhares de interações simultâneas. Integrado à plataforma VTEX, conecta o comércio eletrônico e o varejo físico, criando uma jornada unificada e fluida para o consumidor.

    Entre os meses de janeiro e março de 2025, a marca John John recebeu mais de 1.600 interações via WhatsApp, alcançando taxa média de conversão de 26%, índice significativamente superior à fase prévia.

    Nas operações da Dudalina, houve redução de 20% nos atendimentos manuais, enquanto a produtividade da equipe aumentou entre 30% e 40%. Além disso, a satisfação dos clientes melhorou 5% durante o mesmo período.

    Automação inteligente para eficiência operacional

    Os agentes conversacionais do Whizz respondem dúvidas frequentes, enviam notas fiscais automaticamente e atualizam clientes sobre o status de pedidos. Isso liberou os vendedores para focar em atendimentos que exigem maior valor estratégico.

    Outra iniciativa eficaz é a recuperação de carrinhos abandonados via WhatsApp. Na John John, essa estratégia superou o desempenho do e-mail marketing, com aumento de 8% na taxa de abertura e crescimento de 15% na conversão, recuperando receita valiosa no último trimestre de 2024.

    Perspectivas para o varejo digital e expansão futura

    Após um ano operando com o Whizz, a Veste S.A. registrou 40% de crescimento na capacidade de atendimento escalável, elevação de 200% na satisfação dos consumidores e total automação de vendas em marcas-chave.

    Risoneide Silva, gerente de Operações e Relacionamento, reforça que manter o tom e a identidade únicos de cada marca foi crucial para aprimorar a experiência do cliente e alavancar resultados.

    Mauricio Trezub, CEO da OmniChat, destaca que o exemplo da Veste S.A. evidencia o valor da inteligência artificial aplicada de forma estratégica, combinando dados, automação responsável e comunicação humanizada para o futuro do varejo digital.

    Fontes e Referências

  • Como Amazon e Walmart Divergem na Adoção de IA no E-commerce em 2026

    Como Amazon e Walmart Divergem na Adoção de IA no E-commerce em 2026

    Caminhos distintos de Amazon e Walmart na inteligência artificial

    O avanço da inteligência artificial (IA) tem transformado significativamente a experiência de compra no comércio eletrônico. Grandes varejistas globais vêm adotando estratégias diferentes para integrar assistentes virtuais e agentes de IA em suas plataformas, o que impacta diretamente a jornada do consumidor. No Brasil, refletir sobre esses movimentos contribui para entender tendências e preparar-se para o futuro do varejo digital.

    Enquanto a Amazon opta por concentrar a experiência de compra dentro do seu ambiente proprietário, fortalecendo a fidelização e o controle de dados, o Walmart se posiciona adotando uma presença ampla em assistentes externos, buscando ampliar sua visibilidade e acessibilidade. Essas estratégias contrastantes ilustram os desafios e oportunidades na implementação da IA no setor.

    Walmart aposta na distribuição ampla e integração com assistentes externos

    O Walmart desenvolve uma abordagem focada em ampliar seus pontos de contato com o consumidor usando agentes de IA. Dentro do próprio aplicativo, conta com o Sparky, assistente inteligente que ajuda clientes a comparar produtos e entender avaliações.

    Além disso, firmou parceria com a Google para utilização do Gemini, uma IA que integra o portfólio Walmart diretamente em conversas mediadas por inteligência artificial. Essa iniciativa permite que o cliente finalize compras fora do app, ampliando a presença da marca em múltiplos canais.

    Essa estratégia visa capturar maior volume ao tornar o varejista acessível em diferentes plataformas de IA. Contudo, há o risco de que o papel do Walmart se torne apenas um backend para a inteligência artificial, reduzindo sua influência direta na experiência final do consumidor.

    Amazon mantém controle total da jornada do consumidor com IA interna

    Ao contrário, a Amazon concentra sua tecnologia dentro do seu próprio ecossistema por meio do Rufus, assistente de IA que guia o consumidor durante a navegação no site e no aplicativo. Essa ferramenta já demonstra resultados, com usuários apresentando 60% mais chance de concluir compras.

    Com potencial para gerar mais de US$ 10 bilhões em vendas anuais, o Rufus fortalece dados estratégicos da empresa, como o comportamento de busca, a fidelidade ao programa Prime e sua mídia própria. A Amazon aposta no engajamento do cliente com um assistente exclusivo, mesmo com o cenário de múltiplas opções de IA disponíveis no mercado.

    Desafios e perspectivas para outros varejistas

    Para grande parte dos varejistas, desenvolver soluções próprias de IA no porte da Amazon ou Walmart é inviável. Em geral, adotam uma postura intermediária, tratando os agentes de IA como uma camada adicional de distribuição, assim como ocorreu com buscadores e marketplaces.

    Segundo análise do eMarketer, o foco para esses players está em garantir dados padronizados, logística eficiente e APIs abertas para facilitar integração com assistentes. Dessa forma, conseguem maior exposição nas recomendações feitas por ferramentas de IA, independentemente do sistema utilizado pelo consumidor.

    Essa abordagem, entretanto, diminui o espaço para construção narrativa da marca, já que as decisões automatizadas priorizam critérios objetivos, como preço e prazo de entrega. Para manter diferenciação, é crucial investir em atributos exclusivos, programas de fidelização e expertise especializada que a IA não substitui facilmente.

    Impactos no mercado brasileiro e tendências futuras

    No Brasil, é evidente a aceleração da implementação da IA no setor de e-commerce, refletindo tendências globais. As empresas que melhor se adaptarem a essa transformação digital, adotando estratégias que equilibram automação e construção de marca, estarão mais bem posicionadas para crescer e inovar.

    Assim, acompanhar as movimentações da Amazon e Walmart oferece insights valiosos para varejistas brasileiros, que precisam encontrar seu caminho entre o controle total da experiência e a ampliação dos canais via agentes externos.

    Fontes e Referências

  • Aramis reforça expansão com novo dono majoritário: perspectivas para 2026

    Aramis reforça expansão com novo dono majoritário: perspectivas para 2026

    Aramis reformula quadro societário e impulsiona crescimento estratégico

    O início de 2026 marca uma etapa relevante para a Aramis Inc., que aposta em uma nova configuração acionária para fortalecer seus planos de expansão no mercado brasileiro. Essa mudança acompanha resultados positivos recentes e reforça o compromisso da empresa com um crescimento sustentável e inovador.

    Com o encerramento do último ano com avanços expressivos, a Aramis completou a reestruturação de seu quadro de sócios. Destaca-se a saída da 2bCapital, uma gestora vinculada ao Bradesco, que investia na companhia desde 2013, além do fundador Henri Stad. Como consequência, Richard Stad, atual CEO, ampliou sua participação acionária para 35%, assumindo assim o controle majoritário do grupo.

    Novos sócios e estratégias para acelerar o faturamento

    Além do reforço do CEO, o processo trouxe a entrada de dois fundos importantes: Concept Investimentos, liderado por Rafael Gonçalez, e Fener Capital, sob comando de Leonardo Deeke. Cada um desses investidores passou a deter 32,5% das ações, proporcionando à Aramis maior capital e respaldo estratégico.

    Com essa nova composição, a empresa projeta superar a marca de R$ 1 bilhão em faturamento durante 2026. Esse crescimento deve ser guiado pelo fortalecimento das linhas Urban, Next e Calçados, a expansão do comércio físico e a consolidação de operações que integram produtos e canais diversos.

    Visão de longo prazo e consolidação no segmento lifestyle masculino

    A mudança na estrutura acionária também visa respaldar a estratégia de “House of Brands”, que orienta a atuação do grupo. A Aramis busca firmar-se como plataforma multimarcas líder no mercado de lifestyle masculino, interligando suas diversas verticais com foco na inovação e experiência do consumidor.

    Os planos incluem ainda o crescimento inorgânico, com previsão de ampliar o portfólio para seis a oito marcas até 2030. Apesar dessa meta, a prioridade para este ano está na expansão das divisões recém-criadas, com aquisições previstas para os próximos anos, a partir de 2027.

    Outra possibilidade aberta é a abertura de capital, desde que as condições do mercado se mostrem favoráveis, estratégia que pode dar mais robustez e visibilidade à companhia.

    O impacto para o mercado brasileiro de e-commerce

    Essa movimentação no setor demonstra a importância das estratégias bem estruturadas de financiamento e governança para empresas que atuam na economia digital no Brasil. A Aramis, ao focar no lifestyle masculino e diversificar seus ativos, sinaliza uma tendência de consolidação em nichos específicos, combinando inovação tecnológica e experiências personalizadas.

    Para o mercado de e-commerce, a operação mostra como o investimento em dados, tecnologia e gestão profissionalizada pode ser decisivo para escalar operações em segmentos competitivos e em constante transformação.

    Fontes e Referências

  • Como o Plano Climático do eBay Impacta o E-commerce Sustentável no Brasil

    Como o Plano Climático do eBay Impacta o E-commerce Sustentável no Brasil

    eBay traça metas ambiciosas para sustentabilidade até 2045

    O eBay anunciou recentemente seu primeiro plano climático focado na redução significativa das emissões de carbono, com o objetivo final de atingir a neutralidade até 2045. Esta iniciativa reforça o compromisso crescente das grandes plataformas digitais em adotar práticas sustentáveis para equilibrar o crescimento do comércio eletrônico com a responsabilidade ambiental.

    O projeto foi endossado pela Science Based Targets initiative, uma organização internacional que valida metas ambientais alinhadas às evidências científicas. Entre as conquistas já registradas pelo marketplace, está o uso exclusivo de energia renovável em todas as suas instalações desde 2024 — uma meta atingida antes do prazo estipulado.

    Redução de emissões e compromissos para 2030

    De acordo com a liderança da área de sustentabilidade do eBay, a plataforma alcançou uma redução de 92% nas emissões relacionadas às suas operações internas desde 2019. Em relação à cadeia de transporte, houve uma diminuição de 21% nas emissões, com a meta de ampliar essa redução para 27,5% até 2030.

    Além de focar no uso intensificado de energia renovável, o eBay pretende apostar em soluções logísticas com menor impacto ambiental, priorizando o transporte rodoviário sobre o aéreo sempre que viável. Outra frente da estratégia envolve estimular a revenda e a reutilização de produtos pelos usuários, contribuindo para a diminuição do desperdício e da emissão de gases poluentes ao longo do ciclo de vida das mercadorias.

    Desafios ambientais e o papel da cadeia de valor

    Uma das principais dificuldades mencionadas pela liderança do eBay está nas emissões do Escopo 3, que englobam toda a cadeia de valor, representando a maior parcela do impacto ambiental da empresa. O transporte marítimo responde por 84% das emissões desse grupo, o que exige esforços coordenados e parcerias estratégicas para minimizar tais efeitos.

    O trabalho conjunto com operadores logísticos locais que promovem coleta eficiente e substituição de modais poluentes reforça a responsabilidade do eBay em transformar o setor. Este movimento ocorre em paralelo a outros importantes anúncios de grandes players do mercado, como Amazon e Alibaba, que estabeleceram metas similares para aumentar a sustentabilidade em suas operações globais.

    Perspectivas para o e-commerce brasileiro

    Esse compromisso do eBay com a neutralidade de carbono oferece insights relevantes também para o mercado brasileiro, que acompanha de perto as tendências globais e adapta estratégias para seu ecossistema local. A adoção de práticas sustentáveis no comércio digital deve ser vista como fator diferencial competitivo e também como resposta à crescente demanda de consumidores por marcas ambientalmente responsáveis.

    Portanto, incentivar o uso de energia renovável, logística verde e economia circular, como exemplificado pelo eBay, pode fortalecer o posicionamento de empresas brasileiras no setor e impulsionar a inovação alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

    Fontes e Referências

    • Portal E-Commerce Brasil: https://www.ecommercebrasil.com.br
    • Science Based Targets initiative (SBTi): https://sciencebasedtargets.org/
    • Relatório de sustentabilidade do eBay 2026
  • Como a Experiência Estratégica Transforma a Economy Experience

    Como a Experiência Estratégica Transforma a Economy Experience

    Experiência: Muito Além da Aparência

    Por muito tempo, estratégias de marketing e varejo focaram principalmente em produto, preço e distribuição. Depois, a atenção migrou para a marca, seu posicionamento e comunicação. Atualmente, o cenário evoluiu para um estágio mais complexo: o verdadeiro valor está nas vivências proporcionadas pela marca, não apenas no que é vendido.

    Essa transformação está no coração da chamada Experience Economy. Num contexto onde quase tudo pode ser replicado rapidamente e a preços competitivos, o diferencial deixa de ser o produto em si para ser a experiência que envolve o consumidor. Aqueles que consomem desejam mais que a simples compra; querem sentir, participar e criar memórias.

    Experiência Como Estrutura de Valor

    Muitas vezes, experiência é equivocadamente tratada como um elemento puramente estético — um design atraente ou uma loja com apelo visual para redes sociais. Porém, na economia da experiência, ela significa uma estratégia robusta e integrada. Envolve a organização dos pontos de contato, cultura corporativa, atendimento positivo, narrativas coerentes e decisões alinhadas com essa visão.

    Um caso emblemático é o das lojas físicas da Apple, que funcionam além da mera venda de produtos. Elas criam ambientes para aprendizado tecnológico, interação direta com especialistas e resolução de problemas. Assim, o produto fica em segundo plano, enquanto a vivência torna-se o foco central, fortalecendo a conexão emocional e a fidelização.

    Marketing Alinhado com a Experiência Real

    Na Experience Economy, o marketing não se limita à criação de mensagens impactantes, mas à construção de momentos memoráveis. A comunicação precisa refletir exatamente o que o cliente vivencia, seja na loja, aplicativo ou pós-venda. A falta dessa coerência pode transformar o marketing em ruído, enquanto a experiência verdadeira prevalece.

    Esse alinhamento demanda que áreas como marketing, produto, tecnologia e operações atuem de forma integrada, sem silos. A experiência do consumidor torna-se uma responsabilidade de toda a organização, não apenas do time de UX.

    Varejo: Mais que um Ponto de Venda

    Para o varejo, a Experience Economy representa uma necessidade para se manter competitivo. Se as lojas físicas apostarem apenas em preço ou conveniência, perderão frente ao e-commerce, que oferece rapidez e praticidade. Assim, o espaço físico vira palco de interações, emoção, pertencimento e aprendizagem.

    Empresas que entendem essa transformação criam ambientes que atraem o consumidor para além da compra, estimulando a permanência e retorno mesmo quando não há intenção imediata de consumo.

    Valor Emocional e Relacional é O Novo Diferencial

    A Experience Economy demonstra que o valor oferecido pela marca ultrapassa funcionalidades básicas e assume dimensões emocionais, simbólicas e relacionais. Hoje, o mínimo esperado é oferecer uma boa experiência.

    O verdadeiro desafio é responder se, caso a marca desaparecesse, o público sentiria falta das experiências vividas ou apenas dos produtos adquiridos.

    Fontes e Referências

    • Declarações da vice-presidente de marketing da Bold Hospitality Company, especialista renomada em estratégias de experiência.
    • Relatórios e guias da Braze sobre experiência e retenção, disponíveis em Braze Inspiration Guide.