Categoria: Inovação e Automação

  • Apple na Corrida por Wearables com Inteligência Artificial: Guia Atualizado 2026

    Apple na Corrida por Wearables com Inteligência Artificial: Guia Atualizado 2026

    Apple reinventa o mercado de hardwares inteligentes

    A tecnologia vestível com inteligência artificial (IA) está ganhando um novo capítulo com o avanço da Apple, que pode estar pronta para apresentar um dispositivo inovador. Segundo informações confiáveis de veículos especializados, a empresa está desenvolvendo um “wearable” em formato de pin que promete integrar recursos avançados de IA a um design compacto e funcional.

    Embora ainda não confirmado oficialmente, esse projeto evidencia o interesse crescente da Apple em ampliar sua participação no segmento de dispositivos inteligentes dedicados à IA, alinhando-se às tendências globais e colocando o Brasil como um dos mercados atentos nesse movimento.

    Detalhes técnicos do novo pin com IA

    O dispositivo, ao que tudo indica, terá dimensões aproximadas ao AirTag, com uma estrutura fina e feita em alumínio e vidro. Equipado com duas câmeras — sendo uma com lente padrão e outra grande-angular —, ele também contaria com três microfones, botão físico, alto-falante e um mecanismo de carregamento similar aos produtos da Fitbit.

    Engenheiros da Apple trabalham para aperfeiçoar o design, com o objetivo de tornar o produto discreto porém eficiente, ampliando possibilidades de uso em ambientes corporativos e pessoais.

    Competição acirrada no mercado de IA

    Essa movimentação da Apple surge pouco depois do anúncio da OpenAI sobre seu primeiro dispositivo de hardware com inteligência artificial, esperado para o segundo semestre deste ano. Estima-se que o produto da OpenAI terá formato de fones de ouvido, fortalecendo o segmento dos wearables de IA.

    A previsão é que o lançamento do pin da Apple esteja marcado para 2027, com produção inicial prevista em cerca de 20 milhões de unidades, sinalizando uma estratégia agressiva de captura de mercado.

    Desafios e lições do mercado de vestíveis com IA

    Apesar da inovação, o mercado de dispositivos vestíveis com inteligência artificial ainda enfrenta barreiras, principalmente relacionadas à aceitação dos consumidores. Experiências anteriores mostram que produtos similares, como o lançado pela Humane AI — uma startup fundada por ex-executivos da Apple —, tiveram desempenho aquém do esperado, culminando no encerramento das atividades e venda dos ativos.

    Esses casos ressaltam a necessidade de produtos bem alinhados às expectativas do público e com usabilidade aprimorada para garantir sucesso na comercialização.

    Com o Brasil destacado como um dos líderes na adoção de IA generativa, este cenário é promissor para que consumidores e empresas nacionais acompanhem de perto os próximos passos dessa corrida tecnológica.

    Perspectivas e impactos para o mercado brasileiro

    O avanço da Apple nesse segmento pode impulsionar a inovação tecnológica no país, estimulando investimentos e fomentando a competitividade no mercado local. Além disso, amplia as oportunidades para varejistas e marcas no desenvolvimento de soluções integradas, seja em experiência de consumo ou em operações internas.

    Com esse movimento, espera-se uma expansão do ecossistema de IA e wearables, recheado de novas possibilidades comerciais e estratégicas para o cenário brasileiro.

    Fontes e Referências

    • E-Commerce Brasil – https://www.ecommercebrasil.com.br
    • The Information (Relatório sobre dispositivo Apple)
    • Fórum Econômico de Davos (Declaração OpenAI)
    • Pesquisa global sobre adoção de IA – E-Commerce Brasil
  • Como a Inteligência Artificial Redefine a Educação Corporativa em 2025

    Como a Inteligência Artificial Redefine a Educação Corporativa em 2025

    Aceleração da educação corporativa impulsionada pela IA

    O avanço da inteligência artificial impõe uma urgência inédita na atualização constante dos profissionais dentro das empresas. Habilidades técnicas que outrora tinham validade ao longo de anos, hoje se tornam obsoletas em ciclos cada vez mais curtos.

    Diante desse cenário, o aprendizado contínuo ganha destaque como estratégia fundamental para manter as organizações competitivas, exigindo não apenas a aquisição de conhecimentos técnicos, mas também novas competências cognitivas para lidar com um ambiente em constante transformação.

    O desafio do descompasso entre discurso e prática nas organizações

    Em recente debate no CMO Agenda, a executiva do setor de marketing da Unico Skill ressalta que a velocidade da IA está acelerando o processo de necessidade por requalificação, indicando que habilidades aprendidas atualmente duram apenas poucos meses.

    Apesar de 86% dos gestores afirmarem reconhecer o retorno imediato dos investimentos em educação, apenas um terço das empresas disponibilizam programas contínuos de capacitação. No âmbito individual, o comprometimento com o aprendizado é ainda menor: somente 16% dos gestores buscam novos conhecimentos mensalmente.

    O excesso de informação e seus impactos

    O volume avassalador de informações acessíveis por diversos canais gera um efeito paradoxal de aprendizado aparente, mas superficial, impactando a qualidade das decisões estratégicas. A falta de profundidade e de evidências sólidas compromete a capacidade de líderes em orientar suas equipes adequadamente.

    Esse quadro se reflete na insegurança de boa parte dos líderes diante das novas tecnologias, com apenas 39% daqueles em cargos estratégicos confiantes em sua capacidade de liderar mudanças.

    A importância das competências comportamentais para o futuro

    Soft skills como inteligência emocional, pensamento crítico, flexibilidade, curiosidade e resiliência emergem como diferenciais essenciais para navegar em contextos voláteis e incertos. Essas habilidades são decisivas para profissionais e empresas que buscam não só sobreviver, mas prosperar em um ambiente de transformação rápida.

    Além disso, a ausência dessas competências contribui para desafios observados no mercado de trabalho brasileiro, incluindo dificuldades de contratação mesmo diante de índices elevados de desemprego.

    Educação corporativa personalizada por IA

    A incorporação de tecnologias de inteligência artificial permite diagnósticos precisos dos gaps individuais, promovendo trilhas de aprendizado customizadas que atendem às necessidades específicas de cada colaborador. Isso marca uma transição importante do modelo tradicional para uma abordagem hyperpersonalizada, que valoriza a diversidade de trajetórias e objetivos.

    Um exemplo é a iniciativa da rede PagMenos, que investiu em oferta educacional para seus funcionários, possibilitando a formação de farmacêuticos internos e apoiando sua estratégia de expansão.

    Transformações no acesso e impacto da educação corporativa

    A popularização da formação transcende antigos modelos, que privilegiavam apenas lideranças, para atingir todas as camadas das organizações. A democratização do aprendizado é crucial para manter a competitividade e fortalecer a identidade profissional na era digital.

    Em suma, a educação corporativa do futuro exigirá um esforço contínuo para integrar técnicas e habilidades socioemocionais, guiando as empresas a recrutar e desenvolver talentos alinhados com a velocidade das transformações tecnológicas.

    Fontes e Referências

    • Unico Skill e Makers: Pesquisa sobre educação corporativa
    • CMO Agenda, vídeo com Thaís Azevedo (2025)
    • Dados recentes do mercado brasileiro de trabalho (2025)
  • Capacitação Gratuita em IA Generativa com Google Cloud: Guia Essencial 2025

    Capacitação Gratuita em IA Generativa com Google Cloud: Guia Essencial 2025

    Google Cloud amplia acesso a treinamento gratuito em IA generativa

    Na vanguarda da disseminação de conhecimento tecnológico, o Google Cloud anuncia a realização do evento “Capacita+ Aprenda IA com Google Cloud”. Este treinamento híbrido e simultâneo, previsto para 6 de dezembro de 2025, será transmitido ao vivo para até 50 universidades da América Latina, com expectativa de atingir mais de 200 mil participantes. O acesso é gratuito e aberto a inscrições pelo link oficial.

    Com duração aproximada de duas horas, o curso aborda fundamentos da inteligência artificial (IA) e explora a diferença entre IA e aprendizado de máquina. Para o Brasil e demais países da região, o evento representa uma importante oportunidade para ampliar habilidades digitais em um momento em que o mercado tecnológico busca talentos preparados para a transformação digital.

    Conteúdo focado em aplicação prática e inovação

    O programa de capacitação se destaca por apresentar temas atuais e de grande relevância, incluindo o papel dos Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) e a utilização prática de soluções como o Gemini para Google Workspace. Além disso, o treinamento oferece um foco especial em engenharia de prompts, enfatizando métodos “no-code” que possibilitam o uso da IA sem necessidade de conhecimentos avançados em programação.

    Essa abordagem é fundamental para democratizar o acesso às tecnologias emergentes, permitindo que profissionais de diversas áreas possam aproveitar o potencial da IA para otimizar processos e inovar em suas operações.

    Contexto da capacitação e impacto esperado na América Latina

    O momento escolhido para a realização da capacitação reflete a crescente urgência do mercado em formar uma força de trabalho qualificada para a era digital. Conforme destaca o relatório “Futuro do Trabalho 2025”, publicado pelo Fórum Econômico Mundial, a América Latina e o Caribe estão vivenciando uma transformação acelerada impulsionada pela inteligência artificial.

    Nesse cenário, dados indicam que 84% dos empregadores nessas regiões planejam aprimorar as competências tecnológicas de seus colaboradores para atender à demanda crescente por profissionais especializados. Eduardo López, presidente do Google Cloud para a América Latina, ressalta que a IA é uma oportunidade ímpar para fomentar o crescimento econômico, mas destaca que a carência de habilidades específicas é um dos principais desafios a superar.

    Com o compromisso de capacitar 1 milhão de brasileiros em IA e tecnologias de nuvem nos próximos anos, Google Cloud atua diretamente para estimular a inclusão digital e a inovação em diversos setores. No Brasil, a iniciativa conta com o apoio de instituições renomadas como SENAI-SP, PUC-MG, Insper, Vitru, Mackenzie e Cogna, que promovem encontros presenciais para complementar a transmissão online.

    Expansão regional e oportunidades para participantes

    O alcance do “Capacita+ Aprenda IA com Google Cloud” vai além das fronteiras brasileiras. O evento ocorrerá simultaneamente em países como Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México, Peru e Uruguai, fortalecendo a capacitação técnica em toda a América Latina.

    Essa mobilização abre portas para diferentes perfis profissionais buscarem atualização no campo da IA, fomentando um ecossistema digital mais robusto e preparado para as demandas futuras dos mercados locais e globais.

    Conheça mais sobre o treinamento e inscreva-se gratuitamente pelo site oficial para garantir seu lugar.

    Fontes e Referências

    • Site oficial do E-Commerce Brasil: https://www.ecommercebrasil.com.br
    • Relatório Futuro do Trabalho 2025 – Fórum Econômico Mundial
    • Declarações do presidente do Google Cloud América Latina, Eduardo López
  • Como o South Summit Brazil superou a crise e se destacou em 2024

    Como o South Summit Brazil superou a crise e se destacou em 2024

    O desafio inesperado antes do South Summit Brazil

    Faltando poucos dias para o início do South Summit Brazil, um ciclone surpreendeu a organização do evento em Porto Alegre. O Cais Mauá foi vítima de ventania intensa, que danificou estruturas importantes e ameaçou a realização do encontro. Com apenas cinco dias até a abertura, a equipe encarou uma verdadeira corrida contra o tempo para reconstruir o local e garantir a experiência dos visitantes.

    Essa situação adversa revelou a capacidade de resiliência da equipe, especialmente sob a liderança calma do diretor de produção, que conseguiu mobilizar esforços para recuperar mais de dois mil metros quadrados de telha danificada em tempo recorde. Apesar das dificuldades, o evento manteve sua programação e surpreendeu pelo sucesso e elevada satisfação do público.

    Transformando desafios em oportunidades estratégicas

    Mais do que superar a adversidade, o South Summit Brazil vem adotando uma visão inovadora que redefine o formato clássico dos grandes eventos. Segundo o diretor de parcerias do evento, o foco não está em oferecer os maiores espaços físicos para as marcas, mas sim em priorizar relevância e propósito nas ativações. O evento evita o modelo tradicional de feiras e busca uma co-criação genuína com parceiros para entregar valor real aos participantes.

    Exemplo disso é a participação da Renner na plataforma Woman at South Summit, que promove rodas de conversa, mentorias e encontros exclusivos, aproximando públicos de forma inédita. Esse enfoque contribui para a criação de experiências mais significativas e alinhadas às necessidades atuais do mercado.

    A riqueza do networking no coração do evento

    Outro diferencial destacado está na dinâmica dos encontros informais que acontecem no corredor principal do Cais Mauá. O contato espontâneo entre líderes empresariais, gestores públicos e empreendedores cria um ambiente propício para gerar conexões valiosas e oportunidades de negócios. Esse aspecto difícil de replicar é visto como fundamental para o sucesso e singularidade do South Summit Brazil.

    A escolha por Porto Alegre, embora pareça fora do eixo tradicional, reforça o conceito de vivência plena do evento. A experiência vai além das palestras, englobando ações paralelas, passeios e momentos de interação que estimulam a construção de diálogo e relacionamento duradouros.

    Perspectivas e futuro do South Summit no Brasil

    A trajetória do South Summit Brazil mostra não só superação, mas também transformação em um modelo que prioriza a conexão humana, o propósito nas ativações e a valorização do público. Em um cenário onde a resiliência e a inovação caminham juntas, esse formato pode se consolidar como referência para eventos de grande porte no país.

    Para marcas e participantes, o evento traz uma nova proposta de valor, que alia experiência significativa a oportunidades reais de crescimento e networking. O futuro deverá observar essa evolução para fortalecer ainda mais o ecossistema de inovação e negócios no Brasil.

    Fonte: Adaptado de reportagem e podcast do South Summit Brazil, com análise da equipe Beep Digital.

  • Como a Transformação Data Tech Revolucionou o Marketing da Serasa

    Como a Transformação Data Tech Revolucionou o Marketing da Serasa

    Transformação de uma Marca Tradicional para uma Data Tech Moderna

    Por décadas, a Serasa identificou-se como um pilar do sistema financeiro brasileiro, especialmente reconhecida como um birô de crédito confiável e sólido. Contudo, com as rápidas mudanças do cenário digital, tornou-se clara a necessidade da empresa se reposicionar para acompanhar as demandas contemporâneas do mercado.

    Giovana Giroto, atual CMO da Serasa Experian, chegou para liderar essa revolução. Com vasta experiência em grandes instituições financeiras e passagem destacada pelo Itaú, trouxe para a Serasa uma visão moderna, orientada por dados e focada na construção de uma marca que fosse mais ativa e estratégica.

    Iniciando uma Nova Era no Marketing: Foco em Propósito e Resultados

    Antes da chegada de Giovana, o Marketing da Serasa era predominantemente operacional, com ações pontuais como disparos de e-mails sem um direcionamento claro. A primeira iniciativa foi questionar o propósito por trás das ações para criar conexões entre a estratégia e a execução. O time voltou a medir cada iniciativa pelo impacto, adotando KPIs específicos para cada objetivo.

    Esse novo enfoque permitiu que o Marketing deixasse de ser uma etapa final e passiva, tornando-se o ponto inicial para o lançamento de novos projetos e para o desenvolvimento de experiências que entregassem valor real ao cliente.

    O Surgimento da Data Tech: Uma Nova Identidade para a Serasa

    A trajetória de mais de 55 anos da Serasa esteve intimamente ligada ao sistema financeiro e à análise de crédito. A chegada da Experian ampliou sua atuação para áreas como prevenção a fraudes, agronegócio e suporte a pequenas e médias empresas, demandando uma identidade que representasse esse escopo multifacetado.

    Para enfrentar esse desafio, a empresa criou a categoria “data tech”, que sintetizava sua essência tecnológica e domínio dos dados. Este conceito nasceu de pesquisas detalhadas com o mercado e decisores estratégicos, visando simplificar a comunicação e priorizar uma mensagem clara.

    Notadamente, a expressão “data tech” foi rapidamente adotada no mercado, inclusive por concorrentes, evidenciando a força da proposta. Três anos depois, pesquisas indicam que quase metade do público percebe a Serasa como uma empresa tecnológica focada em dados, um avanço significativo na percepção do mercado.

    A União de Dados e Criatividade no Marketing

    O marketing da Serasa incorporou uma abordagem em que análise de dados e criatividade caminham juntas. Sob a liderança de Giovana, foi criada a área de Marketing analytics, que orienta decisões estratégicas com base em dados concretos.

    Dados são ferramentas para escolhas mais inteligentes, mas sem abrir mão da criatividade que caracteriza a comunicação da empresa. Campanhas como a “Score Real Time” exemplificam essa combinação, com ativações em múltiplos canais e forte engajamento, incluindo o alcance orgânico dos funcionários.

    Outra campanha marcante foi a ação de Natal, que usou humor e personagens lúdicos para tratar da prevenção a fraudes, apresentando a segurança de maneira leve e acessível, o que reforça a capacidade de comunicação inovadora e humana.

    Estrutura Moderna e Focada em Audiências Específicas

    Com o crescimento necessário para acompanhar a transformação, o time de Marketing expandiu de 38 para mais de 130 colaboradores, organizados em squads que atendem diferentes audiências como PMEs, grandes empresas, pessoas físicas e canais de marca empregadora.

    Essa organização promove um trabalho transversal, integrando disciplinas variadas para construir projetos alinhados a propósitos sólidos. Um exemplo disso é o programa Impulsion Startups, que impulsiona startups de impacto social com o apoio conjunto do time de sustentabilidade, marketing e liderança da Serasa.

    O avanço em estratégias B2B também é destacado pela adoção de Account-Based Marketing e uso avançado de dados para personalização, fortalecendo o relacionamento com grandes contas e segmentos específicos, sempre com rigor ético e uma política rígida de proteção de dados.

    Segurança e Ética como Pilares Inflexíveis

    Além da inovação e expansão, a Serasa mantém compromisso firme com a gestão ética dos dados. Desde o consentimento até a participação ativa do departamento jurídico nas equipes multidisciplinares, tudo é pensado para garantir a privacidade e segurança das informações dos clientes.

    Para a Serasa, reconhecida como a maior data tech do Brasil e parte de um grupo aberto, essa postura é um diferencial competitivo e um requisito essencial para a condução dos negócios.

    Perspectivas para o Futuro

    A transformação da Serasa demonstra como uma empresa com raízes tradicionais pode se reinventar adequadamente para atender às demandas de um mercado em constante evolução. A integração entre dados, criatividade e ética configura hoje uma base sólida para sua relevância e crescimento continuado.

    Esse movimento serve de inspiração para outras organizações brasileiras que buscam inovação e eficiência, destacando a importância do alinhamento estratégico e da cultura orientada por dados.

    Fontes e Referências

  • Como a Turkish Airlines Conecta Culturas com Inovação e Experiência Premium

    Como a Turkish Airlines Conecta Culturas com Inovação e Experiência Premium

    Turkish Airlines: Uma ponte cultural entre continentes

    A Turkish Airlines tem se destacado no cenário global ao integrar inovação, sustentabilidade e personalização para transformar a experiência dos seus passageiros. Operando uma malha que alcança mais de 350 destinos em seis continentes, a empresa se posiciona estrategicamente como uma ligação cultural e geográfica, especialmente entre a Turquia e o mundo.

    Com foco em dois vetores essenciais — a entrega de uma experiência de viagem diferenciada e o fortalecimento da identidade turca — a companhia investe pesado em inteligência artificial, tecnologia e automação para atender às crescentes demandas dos viajantes modernos. Essa estratégia não somente aprimora a eficiência operacional, mas também valoriza a percepção da marca entre públicos premium e mercados emergentes, como o brasileiro e o latino-americano.

    Experiências e cultura: estratégias que unem viagem e identidade

    Para aprofundar sua presença na América Latina, a Turkish Airlines desenvolve ações locais e campanhas sob medida que realçam sua conexão com a cultura turca. Programas exclusivos como “Stopover in Istanbul” e “TourIstanbul” transformam escalas em experiências enriquecedoras, conectando os passageiros ao patrimônio turco por meio de tours e hospedagens diferenciadas.

    A gastronomia premiada e os kits de bordo temáticos são exemplos de como a empresa utiliza elementos culturais para fidelizar seus clientes. Além disso, eventos exclusivos no Brasil, como jantares premium e parcerias culinárias, reforçam a aproximação afetiva da marca com o público local.

    Tecnologia e dados guiando a inovação e o atendimento personalizado

    A companhia investe constantemente em soluções digitais baseadas em inteligência artificial, que oferecem recomendações personalizadas e otimizam campanhas de marketing digital. No Aeroporto de Istambul, ferramentas avançadas como microfones inteligentes no check-in facilitam a comunicação entre passageiros e funcionários, evidenciando o uso prático dessas tecnologias.

    No âmbito operacional, sistemas como o Apron AI monitoram processos em solo para aumentar a eficiência e prevenir atrasos. A análise de dados também suporta decisões estratégicas, desde ajustes nas rotas até o aprimoramento de programas de fidelidade e sistemas de entretenimento a bordo.

    Mercado brasileiro: potencial e particularidades na estratégia da Turkish Airlines

    O Brasil é considerado um dos mercados-chave na América do Sul para a Turkish Airlines, que oferece voos diretos frequentes entre São Paulo e Istambul, facilitando conexões para centenas de destinos globais. A afinidade cultural, intensificada pelo sucesso das séries turcas no país, cria oportunidades para campanhas locais autênticas e parcerias com influenciadores e personalidades nacionais.

    Além de uma comunicação adaptada, a empresa participa de eventos culturais e esportivos, consolidando sua presença e ampliando o reconhecimento da marca. A análise de perfil dos viajantes brasileiros revela uma preferência por experiências culturais genuínas, viagens em família e serviços premium, que guiam as iniciativas da companhia na região.

    Diferenciais de bordo e planos para o futuro

    Reconhecida pela hospitalidade e qualidade, a Turkish Airlines foi premiada diversas vezes por seu serviço a bordo, incluindo catering e entretenimento. Inovações recentes, como o lançamento da Crystal Business Class Suite, elevam o padrão premium com conforto e privacidade avançados.

    Esses esforços refletem o compromisso contínuo da companhia em entregar uma jornada confortável, memorável e alinhada às expectativas do público global, especialmente dos mercados emergentes e estratégicos.

    O papel da cultura turca como ativo estratégico da marca

    A Turkish Airlines integra o poder cultural da Turquia em sua comunicação global, promovendo festivais, parcerias artísticas e experiências gastronômicas que reforçam o engajamento emocional dos passageiros. No Brasil, colaborações com artistas locais e influenciadores digitais ajudam a consolidar a imagem da empresa como embaixadora cultural, além de um meio eficiente de transporte.

    Programas como TourIstanbul e Stopover valorizam as conexões longas com experiências gratuitas, atraindo passageiros e incentivando o turismo na Turquia. A crescente adesão a esses projetos evidencia o interesse dos consumidores latino-americanos em vivenciar a cultura turca além do voo.

    Perspectivas e tendências para a Turkish Airlines na América Latina

    Com foco em expansão, a Turkish Airlines continua avaliando oportunidades para ampliar rotas e serviços na região, reforçando sua presença em um mercado dinâmico e culturalmente receptivo. O investimento em tecnologia, experiência e identidade cultural posiciona a companhia para liderar a conexão entre a Turquia e a América Latina, apta a atender as demandas atuais e futuras dos viajantes.

    Assim, a empresa se consolida não só como uma opção de transporte, mas como um elo simbólico que une diferentes culturas, promovendo inovação e relações internacionais pautadas na hospitalidade.

    Fontes e Referências

    • Entrevista com Mahmut Yayla disponível em Mundo do Marketing.
    • Dados oficiais da Turkish Airlines e iniciativas globais.
    • Pesquisa e análises de tendências do mercado brasileiro e latino-americano.
    • Informações e imagens fornecidas pela Turkish Airlines e parceiros de mídia.
  • Como a Gestão de Daniele Bernini Reconfigura Eventos Corporativos no Brasil

    Como a Gestão de Daniele Bernini Reconfigura Eventos Corporativos no Brasil

    Inovação na liderança do HSM+: mais que um evento, uma experiência transformadora

    Em um dos encontros corporativos mais tradicionais do Brasil, a devoção à construção de experiências significativas ganha força com a liderança de uma executiva que entende a profundidade do setor. A responsável por conduzir o HSM+, uma das referências mais sólidas em educação executiva após 25 anos de atuação, é uma profissional que alia propósito à gestão humana.

    Com formação em Turismo e trajetória que atravessa hotelaria, companhias aéreas e agências corporativas, sua vivência multifacetada contribui para uma visão que integra cuidado, segurança e gestão eficiente – sempre com o foco nas pessoas. Essa experiência rica fundamenta uma condução que vai além da simples organização de eventos, direcionando a iniciativa para conexões reais e conteúdo de valor.

    Pilares do sucesso: Cultura corporativa e a longevidade de um projeto autoral

    A jornada até essa liderança conta com a participação em uma multinacional de engajamento e eventos presente em dezenas de países, reforçando a importância do pertencimento em cultivar uma cultura empresarial vibrante. Para essa executiva, a relevância do HSM+ está não apenas na quantidade de edições, mas no respeito ao público e à essência do evento, que se mantém atual frente às rápidas mudanças do mercado.

    O diferencial está na originalidade do formato, que combina rigoroso critério na curadoria com a criação de uma experiência autêntica, evitando que o evento se torne apenas um show vazio. O resguardo do propósito e do formato planejado garantem que a audiência seja envolvida de forma verdadeira e impactante.

    Festivalização dos eventos: equilíbrio entre emoção e foco

    O conceito popularizado que transforma eventos corporativos em festivais vivencia críticas importantes no contexto atual. Enquanto a tendência traz um componente emocional e experiencial, é fundamental manter a organização e o foco para não banalizar o encontro.

    Por trás do brilho dos palcos e grandes nomes está um planejamento rigoroso sustentado por estudos avançados em neurociência, que orientam a construção de momentos que realmente capturam a atenção diante da onipresença dos dispositivos móveis. A atenção às emoções do público cria uma conexão que ultrapassa o digital, ressignificando a percepção sobre o potencial de eventos presenciais.

    Uso estratégico da tecnologia como aliada

    A tecnologia, mais que um adereço, assume um papel funcional e estratégico na realização dos eventos geridos pela equipe. Desde a logística até a certificação digital e o gerenciamento do conteúdo distribuído, as soluções digitais são integradas para resolver problemas reais, otimizando processos e melhorando a experiência para todos os envolvidos.

    Engajamento pós-evento e transformação nas relações comerciais

    A continuidade da experiência após o encerramento dos encontros ganha destaque como um elemento vital para a consolidação do aprendizado e para potencializar o impacto dos eventos. A geração de conteúdos dinâmicos e a articulação para que os insights alcançados sejam amplificados nas redes fortalecem esse compromisso.

    Além disso, há uma discussão franca sobre a necessidade de modificar a estrutura do mercado de eventos no Brasil, abrindo espaço para modelos mais justos e transparentes entre agências, fornecedores e clientes. A crítica aponta para o tratamento inadequado do serviço intelectual, muitas vezes subestimado em comparação a outras regiões do mundo, e reforça o desejo por uma evolução no setor.

    Caminhando para um novo patamar no mercado brasileiro

    A gestão centrada em pessoas, propósito e inovação traz à tona a importância de rever os modelos tradicionais para impulsionar o crescimento sustentável e a profissionalização do setor. Com um olhar atento às tendências globais e às particularidades nacionais, o evento é uma vitrine para práticas que valorizam conteúdo, experiência e relações comerciais equilibradas.

    O HSM+ serve como exemplo vivo de como eventos executivos podem transcender formatos convencionais e inspirar o futuro do segmento de forma contínua e assertiva.

    Fontes e Referências

  • Como a digitalização revoluciona o suporte ao cliente no Brasil em 2025

    Como a digitalização revoluciona o suporte ao cliente no Brasil em 2025

    A transformação digital no atendimento ao consumidor brasileiro

    Nos últimos anos, o suporte ao cliente no Brasil tem se consolidado como um elemento estratégico vital para as empresas que buscam se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Pesquisa realizada recentemente por uma parceria entre a Zoho e o Instituto QualiBest, com base em 517 organizações variadas, mostra que atualmente 88% das empresas brasileiras já utilizam canais digitais para atendimento ao cliente.

    Essa adoção massiva indica uma mudança significativa em relação às práticas tradicionais, sinalizando que a área de suporte deslocou seu papel de operacional para estratégico, contribuindo diretamente para experiências mais satisfatórias dos consumidores e, consequentemente, para a fidelização da clientela.

    Canais preferidos e desafios enfrentados pelas empresas

    Os meios digitais mais empregados pelas corporações incluem aplicativos populares, como WhatsApp, além de e-mails e perfis ativos em redes sociais como Instagram. Essa diversificação reflete a coexistência entre ferramentas tradicionais e digitais, essencial para alcançar diferentes perfis de consumidores. Segundo o estudo, a maioria das empresas realiza até 2 mil atendimentos mensais por esses canais.

    Apesar dos avanços, ainda existem entraves que limitam a eficiência do suporte. A lentidão na solução de problemas, a ausência de integração eficaz entre os canais de atendimento e a insatisfação dos clientes destacam-se como pontos críticos. Para grandes empresas, o volume elevado de chamados e a implementação de inteligência artificial (IA) representam desafios adicionais que exigem adaptação constante.

    Impacto da inteligência artificial e perspectivas para o futuro

    Um dado relevante apontado pela pesquisa indica que 75% das organizações já incorporaram IA em seus sistemas de suporte. Entretanto, apenas um terço considera suas equipes completamente preparadas para a transformação digital que essa tecnologia propõe. Este cenário evidencia a importância não apenas da tecnologia, mas também da capacitação e do alinhamento dos processos internos.

    Para os próximos meses, as prioridades das empresas incluem aprimorar a experiência do cliente, expandir o uso de soluções de IA, otimizar custos e investir em treinamentos focados no desenvolvimento das equipes. A avaliação do Net Promoter Score (NPS) médio do setor, situado em 51 pontos, reforça que a qualidade do atendimento ainda está na zona considerada aceitável, mas com grande potencial de evolução.

    À luz desses dados, fica claro que a evolução do suporte ao cliente no Brasil depende da combinação eficaz entre tecnologias, processos integrados e a formação contínua dos colaboradores. Esse tripé será o diferencial competitivo para organizações que desejam prosperar em uma realidade cada vez mais digital e orientada pela excelência no atendimento.

    Fontes e Referências

    • Pesquisa Zoho em parceria com Instituto QualiBest (2025)
    • Portal Mundo do Marketing – artigo sobre CRM e fidelização
  • Crescimento da IA no Tráfego Web Brasileiro: Impacto e Desafios em 2025

    Crescimento da IA no Tráfego Web Brasileiro: Impacto e Desafios em 2025

    Inteligência Artificial e seu papel no tráfego digital brasileiro

    Nos últimos anos, a inteligência artificial (IA) tornou-se tema central dentro do marketing digital no Brasil. Ferramentas como ChatGPT e Perplexity passaram a integrar o cotidiano de usuários e corporações, gerando expectativas quanto a mudanças no comportamento das buscas online.

    Entretanto, pesquisas recentes indicam que o percentual de tráfego originado diretamente de sistemas baseados em IA ainda é relativamente restrito em nosso país. Entre julho de 2024 e agosto de 2025, uma análise que envolveu mais de 290 milhões de acessos revelou que apenas 0,04% dessas visitas provinham de plataformas de inteligência artificial, alcançando o pico de 0,5% em maio de 2025.

    Comparativo entre IA e buscadores tradicionais

    Esta participação modesta contrasta fortemente com o desempenho dos mecanismos de busca convencionais, como o Google, que detiveram, na mesma janela temporal, aproximadamente 23,85% do tráfego total. Apesar da integração de recursos de IA como os resumos na ferramenta de busca do Google, o volume e a regularidade das visitas originadas por esses canais permaneceram robustos e predominantes.

    Vale destacar que o impacto da IA não é uniforme. Sites focados em conteúdos consultivos ou que tratam de dúvidas frequentes puderam chegar a até 2,5% de tráfego via IA em alguns meses, refletindo a relevância que soluções baseadas em inteligência artificial podem ter conforme o perfil do público e a natureza dos temas abordados.

    Desafios para a conversão e estratégias futuras

    Apesar do aumento em acessos em determinados períodos, a conversão oriunda do tráfego de IA ficou aquém dos valores observados por buscas tradicionais e anúncios pagos, apresentando uma média de 0,39%. O mês de julho de 2025 registrou o melhor desempenho, com taxa subindo para 0,78%, ainda distante de consolidar a IA como canal principal para geração de negócios.

    Especialistas ressaltam que, neste momento, a IA deve ser vista como um canal emergente, que contribui mais para a visibilidade e posicionamento da marca do que para resultados imediatos. O foco das estratégias de marketing digital deve continuar centrado em canais já estabelecidos, enquanto se monitora a evolução da inteligência artificial e identifica segmentos em que sua aplicação pode se tornar mais relevante.

    Esse panorama evidencia a necessidade de equilíbrio no investimento e gerenciamento de canais, garantindo presença tanto nas plataformas tradicionais de busca quanto nas ferramentas emergentes de IA generativa.

    Dados e metodologia do estudo

    O levantamento é fruto do estudo “O impacto da IA nos sites do Brasil”, realizado pela Web Estratégica, referência em SEO e marketing de conteúdo no país. A consultoria analisou uma vasta quantidade de dados e atendeu grandes marcas brasileiras, destacando aspectos como geração de leads, tráfego para e-commerces e produção de conteúdo para diferentes segmentos.

    O relatório completo está disponível para download no site da Web Estratégica, oferecendo um olhar aprofundado e detalhado sobre as dinâmicas atuais do tráfego digital com relação à inteligência artificial.

    Considerações para o mercado brasileiro

    Para o contexto nacional, o estudo reforça que a inteligência artificial ainda encontra espaço a ser explorado em estratégias digitais, especialmente em segmentos mais consultivos. O desafio estará em integrar as tecnologias de IA sem perder o foco nas práticas consolidadas que geram resultados eficazes.

    Adaptar-se a esse cenário exigirá das empresas um olhar atento às tendências, combinando análise de dados com inovação e automação, alinhando presença digital com as expectativas e comportamentos do usuário brasileiro.

    Conforme esse equilíbrio for alcançado, a IA tende a ganhar espaço crescente, moldando o futuro do marketing digital e do e-commerce no Brasil.

    Fontes e Referências

  • Adesão acelerada à IA pelo consumidor brasileiro: análise 2025

    Adesão acelerada à IA pelo consumidor brasileiro: análise 2025

    Consumidor brasileiro impulsiona adoção da inteligência artificial

    O uso da inteligência artificial (IA) tem registrado um crescimento significativo no Brasil, tornando-se parte integrante da jornada de compra dos consumidores. Conforme pesquisa divulgada pela Bain & Company, o Brasil destaca-se como um dos países com maior índice de adoção dessa tecnologia, com 62% dos brasileiros afirmando que utilizam IA, e 18% declarando uso frequente.

    Essa taxa é quase o dobro da média observada em países como Estados Unidos e Europa, onde apenas 35% relatam interagir com ferramentas de IA, muitas vezes sem a percepção clara dessa interação. Esse cenário revela o quanto a tecnologia está avançando no mercado nacional, modificando hábitos e expectativas dos consumidores.

    Perfis de usuários e os motivos por trás do uso

    A pesquisa da Bain revelou cinco categorias distintas entre os consumidores brasileiros quanto ao relacionamento com IA:

    • Entusiastas (19%): utilizam IA várias vezes por semana, com foco em produtividade, resolução de problemas, escrita e pesquisa;
    • Usuários ocasionais (12%): utilizam a tecnologia com menor frequência, geralmente para aprendizado ou entretenimento;
    • Exploradores emergentes (10%): demonstram interesse, mas ainda não usam com regularidade;
    • Curiosos cautelosos (32%): interessados, porém hesitam por insegurança ou falta de familiaridade;
    • Rejeitadores convictos (17%): postura negativa e não pretendem adotar a IA.

    Mesmo usuários não regulares interagem frequentemente com assistentes virtuais, chatbots e corretores automáticos, revelando uma familiaridade crescente.

    Entre os principais motivadores para o uso estão a praticidade no cotidiano (64%), a percepção de novas oportunidades profissionais (55%) e a crença de que os benefícios superam os riscos (49%).

    Aplicações práticas e futuras tendências

    Os usuários, sobretudo os entusiastas, utilizam IA para ampliar produtividade e estimular a criatividade. As atividades mais comuns incluem pesquisa e resumo de informações, citadas por 75% e 59% respectivamente, seguida da assistência na escrita (65% e 53%) e escrita criativa (57% e 41%). Além disso, a edição de imagens, recomendações de compra e acesso a dados atualizados ganham importância.

    “A IA generativa pode transformar a experiência do cliente e otimizar operações no varejo, desde que alinhada a uma estratégia de dados robusta e uma cultura inovadora”, afirma especialista da Bain & Company.

    Também está previsto um avanço acelerado no uso de dispositivos inteligentes com IA incorporada, como óculos, pingentes e anéis. Nos Estados Unidos, por exemplo, 5% dos adultos já utilizavam esses dispositivos em 2024, com potencial para quadruplicar até o final de 2025.

    Desafios para maior adoção e confiança

    Apesar do avanço, a pesquisa identificou obstáculos que ainda limitam a adoção da IA no cotidiano dos consumidores brasileiros. A confiança na tecnologia é central: 47% dos não usuários relataram desconforto em compartilhar dados pessoais, 44% apontaram falta de preparo para utilizar a IA e 40% manifestaram receio de serem substituídos.

    Esses dados indicam a necessidade de educação tecnológica, segurança jurídica e práticas transparentes para estimular maior aceitação e integração da IA no mercado nacional.

    A tendência é que, com a evolução de interfaces baseadas em linguagem natural e maior familiaridade, a adesão cresça expressivamente nos próximos anos, consolidando a inteligência artificial como elemento-chave na transformação digital do Brasil.

    Fontes e Referências

    • Bain & Company – Estudo sobre adoção de IA no Brasil, 2025
    • E-Commerce Brasil – Publicação original e análises relacionadas